Arqueologia da violencia

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UNIFOZ
Faculdades Unificadas de Foz do Iguaçu

Direito

ARQUEOLOGIA DA VIOLÊNCIAE
ANTROPOLOGIA POLÍTICA
SEMINÁRIO DE CRIMINOLOGIA

CAMILA Liz Pacheco
DEISE MONSON
DANIELI Martins da Silva
HEULANDA b. jacoby
EDNA SOUZA
KARINA ROLON
MARIA LEONOR DE SOUZA
NADIA LOPES DOS SANTOS
SOLANGE MULLER

Foz do Iguaçu – PR, Novembro de 2011

JOÃO JANDIR HARTMANN
NÁDIA LOPES DOS SANTOSMARKETING DE SERVIÇOS DA PANIFICADORA E CONFEITARIA ADORELLA EM FOZ DO IGUAÇU

Trabalho de conclusão do curso apresentado ao curso de Administração da Faculdade União das Américas, como requisito parcial para obtenção do título de Bacharel em Administração.

Orientador:
Prof. Esp. Edson Luiz de Oliveira

Foz do Iguaçu – PR, Junho de 2006



SUMÁRIO


INTRODUÇÃO 4DESENVOLVIMENTO 5
1 Capitulo 1 O Último Círculo 5
2. Capitulo 2 Uma etnografia selvagem 6
3. Capitulo 3 O atrativo do Cruzeiro 9
4. Capitulo 4 Do etnocídio 10
5. Capitulo 5 Mitos e ritos dos índios da América do Sul 13
6. Capitulo 6 A questão do poder nas sociedades primitivas 17
7. Capitulo 7 Liberdade, Mau encontro, Inominável 18
8. Capitulo 8 A economia primitiva 25
9. Capitulo 9 Oretorno das Luzes 34
10. Capitulo 10 Os marxistas e sua antropologia 36
11. Capitulo 11 Arqueologia da Violência 38
12. Capitulo 12 Infortúnio do Guerreiro Selvagem 43
CONCLUSÃO 52
REFERÊNCIAS 53














INTRODUÇÃO

A partir dos estudos de campo feitos por Pierre Clastres na América do Sul entre os índios, materializados em seus textos, uma análiseteórica de suas proposições e a possibilidade de fomentar quando possível analogias das sociedades ameríndias para as sociedades divididas.
O autor tem como alvos principais,   a distinção entre Genocídio e Etnocídio ; os mitos e ritos dos índios da América do Sul com destaque para a antropologia; e a guerra entre os índios sul-americanos.

1. Capitulo 1
1. Capitulo 1

O último círculoRelato da viagem realizada pelo autor Pierre Clastres e o amigo Jacques Lizot, pelo rio Orinoco, extremo sul da Venezuela, no território dos índios Yanomami, ai conhecidos pelo nome de Waika. Sua região é última inexplorada da América do Sul, Os Yanomami, são a última sociedade primitiva livre na América do Sul com certeza e, provavelmente no mundo. Lizot já conhecia os índios, pois estivera com elespor dois anos, falava perfeitamente sua língua.
O território indígena situa-se ao mesmo tempo do lado venezuelano e do lado brasileiro, essa parte da Amazônia é de difícil acesso, rios que deixam de ser navegáveis próximos de suas nascentes, longe de tudo, doenças, malárias.
Pierre e Lizot, levaram alimentos, e vários objetos de troca com os índios, como: facões, machados, linhas de pesca denylon, anzóis, fósforos , tecidos, e outros. Os Yanomami são grandes consumidores.
Os índios vivem de forma harmoniosa, sabem pescar e na medida do possível dominam a agricultura. Não existe Yanomami civilizado, a guerra entre eles é uma questão cultural.
Houve cordialidade no reencontro entre o antropólogo Lizot e os índios. Fizeram algumas paradas às margens do rio Orinoco para visita aosíndios. Existe diferença entre os grupos de índios às margens do Orinoco. Uns usam roupas doadas pelos missionários.
O Xamã é o curandeiro dos enfermos na comunidade indígena Suas festas são repletas de culura , que é passada para as gerações futuras.
Os Yanomamis : O último Círculo, em uma simples analogia, talvez seja o sagrado sendo invadido pelo pecado. O autor se sente lisonjeado de ter rompidoesse último círculo, não na acepção de explorador, mas no sentido de expectador dessa beleza que não foi corrompida pelos interesses capitalistas.

2. Capitulo 2
Uma etnografia Selvagem

Este capitulo conta a historia de Elena Valero, menina de família branca e pobre que aos 11 anos de idade, foi capturada pela tribo indígena dos Yanoama, que vive nos confins venezuelano-brasileiros,...
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