Armando castelar

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Universidade do Estado de Santa Catarina Escola Superior de Administração e Gerência Rafaela Roman Ros

Armando Castelar Pinheiro é um economista brasileiro, formado em Matemática pelo Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada, Administração de Empresas pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Economia pela Universidade de Berkeley, Engenharia Eletrônica no InstitutoTecnológico de Aeronáutica. Professor da UFRJ, é um especialista em instituições financeiras e em economia do Judiciário, articulista dos jornais Correio Braziliense e Valor Econômico, tendo diversas obras publicadas, frequentemente em parceria com outros acadêmicos, como Direito, economia e mercados, com Jairo Saddi; Saindo do Marasmo, com Fabio Giambiagi; Sociedade e Economia: estratégias de crescimento edesenvolvimento, com João Sicsú e Mercado de Capitais e Bancos Públicos, com Luiz Chrysostomo de Oliveira Filho. Castelar também é membro articulista e especialista do O Instituto Millenium, entidade sem fins lucrativos e sem vinculação político-partidária que promove valores fundamentais para a prosperidade e o desenvolvimento humano da sociedade brasileira. Formada por intelectuais, empresáriose acadêmicos, busca difundir conceitos como liberdade individual, propriedade privada, meritocracia, estado de direito, economia de mercado, democracia representativa, responsabilidade individual, eficiência e transparência. Durante a palestra do autor em questão, nos trouxe exposições sobre uma de suas obras, chamada Além da Euforia: Riscos e Lacunas do Modelo Brasileiro de Desenvolvimento. Esselivro fala sobre a “metade vazia do copo” no que se refere ao desenvolvimento econômico brasileiro, mostrando que por trás de indicadores aparentemente exuberantes, há sinais preocupantes, que deveriam merecer maior atenção das autoridades e do país. Apesar de vivenciarmos uma aparente estabilidade econômica, há fragilidades no nosso sistema econômico que colocam em xeque seu equilíbrio dinâmicoem longo prazo. O livro também aborda áreas em que faltam reforma, consequências demográficas, contas de previdência, saúde e infraestrutura. Aparentemente a estrutura parece estar indo muito bem, mas essa dinâmica não se sustenta por muito tempo. A motivação do livro é sobre essas áreas que precisam de mudança.

O Brasil está hoje muito melhor do que estava anos atrás. No ranking das maioreseconomias do mundo, nosso país chegou a sexta posição, vindo da décima terceira em 2003/2004. Muito do crescimento do PIB é refletido pelo valor do real que se valorizou. Além do PIB, existem outros indicadores importantes para entender o bom momento vivido pelo Brasil hoje, nos quais podemos citar: a dívida líquida do setor público, e a manutenção do superávit primário estável. A dívida líquida dosetor público pode ser definida pelo balanceamento entre as dívidas e os créditos do setor público não financeiro e do Banco Central, que era 60% do PIB e hoje é de 35/36% do PIB. É um patamar baixo em comparação a outras economias. Obtivemos também avanço nos indicadores macroeconômicos de contas externa. Ele é dado por duas medidas: divida total externa dividida por exportações, e dívidaexterna menos as reservas internacionais do país. Hoje temos mais reservas do que dívidas, e o que exportamos em um ano de bens e serviços pagaria nossa dívida, fato que no passado precisaria de 3 ou 4 anos para tal. Quanto a taxa básica de juros, o patamar da Taxa Selic foi trazido para um patamar mais baixo, e atualmente temos uma inflação na media de 2%. É importante mostrar que aos poucos estamosconvergindo para um padrão de taxa de juros mais parecido com o padrão internacional. Na taxa de crescimento do PIB e PIB per capta tivemos períodos variados, dentre eles um período muito positivo no inicio dos anos 70, que mudou completamente na década de 80, crescendo a taxas muito mais baixas. O período áureo brasileiro foi de 1950 a 1980, sendo notavelmente o país que mais cresceu durante...
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