Armand

ARMAND VALLIN FEIGENBAUM - GURU DA QUALIDADE TOTAL

"A qualidade não está restrita ao processo
de produção de produtos e deve ser
preocupação de todos os
trabalhadores da empresa"
(Armand Feigenbaum)

"Qualidade é um conjunto de características
do produto ou serviço em uso, as quais
satisfazem as expectativas do cliente"
(Armand Feigenbaum)

INTRODUÇÃO
Este trabalho apresentaa vida e a trajetória profissional de Armand Vallin Feigenbaum, o considerado pai da qualidade total. Além disso serão destacados seus princípios e lógicas sobre a excelência e eficiência da qualidade.
Citando suas obras, seus conceitos e seus procedimentos para o alcance do objetivo principal TQC – Controle da Qualidade Total.
Para realização deste estudo fez-se preliminarmente uma pesquisateórica e abrangente sobre a biografia de Feigenbaum.

1. BIOGRAFIA
Armand Vallin Feigenbaum nasceu em 1922 nos Estados Unidos.
Sua trajetória profissional em busca da qualidade total:
Em 1946, aos 24 anos era tido como o perito em qualidade da General Electric (GE), em Nova Iorque.
Em 1951 concluiu o doutoramento em Ciências pelo Massachusetts Institute of Technology (MIT). Nesse anolançou o best-seller Total Quality Control, a obra que lhe conferiu notoriedade mundial.
Em 1958 foi nomeado diretor mundial de produção da GE e vice-presidente da American Society for Quality Control (ASQC). Três anos depois foi eleito presidente desta instituição.
Em 1968 fundou a General Systems, da qual é presidente.
Em 1986 passou a membro honorário da ASQC, um justo prêmio para os seus 35anos de atividade profissional ligada à qualidade.

2. IDÉIAS E FILOSOFIAS
2.1 – Idéias
A combinação de características de produtos e serviços referente a marketing e engenharia, produção e manutenção, por meio dos quais os produtos e serviços em uso corresponderão as expectativas do cliente.
Qualidade constitui determinação do cliente e não da área técnica, de marketing ou da gerencia geral.Ela é fundamentada na experiência real do cliente com o produto ou o serviço, medida de acordo com suas exigências – explicitas ou não, consistentes ou simplesmente percebidas, tecnicamente operacionais ou inteiramente subjetivas – e sempre representando algo variável em mercado competitivo.
2.2 - Filosofia
Sua filosofia básica de qualidade esta ligada a cada função e a cada atividade dentro daorganização, e não simplesmente à fábrica e à engenharia, mas também as funções tradicionalmente chamadas de "colarinho-branco", tais como marketing e as finanças, com o objetivo de manter elevado o padrão de qualidade, em níveis mais econômicos, criando o conceito de "custos da qualidade", e o de promover a plena satisfação do cliente.
Mais do que uma técnica de eliminação de defeitos nasoperações industriais, a qualidade é uma filosofia de gestão e um compromisso com a excelência.
Sendo assim Feigenbaum incluiu nove fatores que afetam a Qualidade - os chamados 9M – e são:
* Markets (Mercados) – competição e velocidade de mudanças.
* Money (Dinheiro) – margens de lucro estreitas e invetimentos.
* Mangement (Gerência) – qualidade do produto e assistência técnica.
* Man(Pessoas) – especialização e Engenharia de Sistemas.
* Motivation (Motivação) – educação e conscientização para a Qualidade
* Materials (Materiais) – diversidade e necessidade de exames complexos.
* Machines (Máquinas) – complexidade e dependência da Qualidade dos materiais.
* Methods (Métodos) – melhores informações para tomada de decisão.
* Mounting product requirements(Montagens do produto-requisitos) – fatores que devem ser considerados – poeira, vibração, etc.

3. METODOLOGIA
Feigenbaum é o pai do conceito de controle da qualidade total (total quality control). De acordo com a sua abordagem, a qualidade é um instrumento estratégico que deve preocupar todos os trabalhadores.
É voltada para o exterior da empresa — baseado na orientação para o cliente — e...
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