Area antropizada

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Trabalho de Áreas Antropizadas

Docente: Otiniel
Discente: Célio, Donizete e Eduardo.

DENÚNCIA CONTRA FAZENDA DE GUILHERME LEAL É UMA FARSA

 DENÚNCIA CONTRA FAZENDA DE GUILHERME LEAL É UMA FARSA 
DENÚNCIA CONTRA FAZENDA DE GUILHERME LEAL É UMA FARSA 
Guilherme Leal, sócio da gigante dos cosméticos, Natura, acusado de devastar áreas protegidas pela legislação ambiental. Como pode umapessoa que tanto prega o desenvolvimento sustentável, cometer tamanha contradição? 
Decidimos visitar a fazenda que foi “alvo” de uma reportagem elaborada por profissionais simpáticos à causa da BAMIN. Mantivemos contato com pessoas ligadas ao administrador do empreendimento e descobrimos que ele já estava convidando jornalistas para que fossem ao local. Não fomos de helicóptero (quem pagaria?),decidimos ir de carro para conferir “in loco”. 
O que vimos de perto, não bate em nada com as informações amplamente divulgadas pela blogosfera regional.
Guilherme Leal comprou a área há cinco anos, que era propriedade de um italiano conhecido como Federico, dono da CAMPARI (fabricante de bebidas alcoólicas). Mede 78,4 hectares (bem menos do que os 200 divulgados) e tinha plantações de abacaxinos espaços sem vegetação típica.  O empreendimento é residencial, sendo assim, segundo a legislação, não é passível de um EIA-RIMA
Decidimos visitar a fazenda que foi “alvo” de uma reportagem elaborada por profissionais simpáticos à causa da BAMIN. Mantivemos contato com pessoas ligadas ao administrador do empreendimento e descobrimos que ele já estava convidando jornalistas para que fossem aolocal. Não fomos de helicóptero (quem pagaria?), decidimos ir de carro para conferir “in loco”. 
O que vimos ontem (quarta-feira/14), de perto, não bate em nada com as informações amplamente divulgadas pela blogosfera regional.
Guilherme Leal comprou a área há cinco anos, que era propriedade de um italiano conhecido como Federico, dono da CAMPARI (fabricante de bebidas alcoólicas). Mede 78,4hectares (bem menos do que os 200 divulgados) e tinha plantações de abacaxi nos espaços sem vegetação típica.  O empreendimento é residencial, sendo assim, segundo a legislação, não é passível de um EIA-RIMA. 

Área de manguezal totalmente preservada. Dentro da propriedade não
Toda a construção, segundo relatório entregue pelo administrador ao IBAMA, ao todo, ocupa apenas 0.48 hectare, bem menos doque os 3% permitidos pela lei. Tudo, absolutamente tudo, foi realizado buscando uma harmonia máxima com a natureza, adequado ao conceito de sustentabilidade. Áreas antropizadas foram aproveitadas, sem que fosse necessário derrubar o que restou da mata nativa. 

Área reflorestada. Observe com atenção. Fotos as mudas de árvores nativas, plantadas há pouco tempo
(9 no total) foram erguidos commadeira certificada ou reutilizada (adquirida em demolições). Apenas uma pequena instalação foi construída com cimento, devido às exigências da COELBA. Atraiu a nossa atenção, o cuidado com algumas árvores que permaneceram intactas, apesar das construções. Veja as fotos. 

Árvore preservada na parte interna de um bangalôre preservada na
As casas e os bangalôs (9 no total) foram erguidoscom madeira certificada ou reutilizada (adquirida em demolições). Apenas uma pequena instalação foi construída com cimento, devido às exigências da COELBA. Atraiu a nossa atenção, o cuidado com algumas árvores que permaneceram intactas, apesar das construções. Veja as fotos. 
rna de um bangalô

Troncos de árvores como parte do telhado de piaçava
Troncos de árvores como parte dotelhado de piaçava
s movidos por combustíveis convencionais só é permitido até a entrada. Para ter acesso às instalações, o transporte é feito através de carros elétricos. 

Carros elétricos, os únicos Carros elétricos, os únicos autorizados a circular pela fazenda
O tráfego de carros movidos por combustíveis convencionais só é permitido até a entrada. Para ter acesso às...
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