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FACULDADE ANHANGUERA DE SÃO CAETANO

LICENCIATURA EM PEDAGOGIA



ANDRÉA SILVA DO NASCIMENTO POSO- RA: 5733179216
EDNA GOMES FONSECA- RA: 5769144275
JULIANA STRAZZER BAENA- RA: 5769192149
MARIA APARECIDA SOUZA AGUIAR- RA: 6300183869
VILANIR COSTA DE SOUSA NUNES- RA: 6314194057






LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS
LIBRAS







TUTORA A DISTÂNCIA: CARLA CRISTINA DEOLIVEIRA
SÃO CAETANO DO SUL - SP
2012




FACULDADE ANHANGUERA DE SÃO CAETANO

LICENCIATURA EM PEDAGOGIA



ANDRÉA SILVA DO NASCIMENTO POSO- RA: 5733179216
EDNA GOMES FONSECA- RA: 5769144275
JULIANA STRAZZER BAENA- RA: 5769192149
MARIA APARECIDA SOUZA AGUIAR- RA: 6300183869
VILANIR COSTA DE SOUSA NUNES- RA: 6314194057




Atividade apresentadaao Curso de Pedagogia do Centro de Educação a Distância - CEAD da Universidade Anhanguera UNIDERP como requisito obrigatório para cumprimento da disciplina de LIBRAS.







SÃO CAETANO DO SUL - SP
2012

ETAPA-1


SEGUNDO RELATÓRIO PARCIAL



1- ASPECTO DA SURDEZ NO MODELO CLÍNICO-TERAPÊUTICO

O surdo é considerado neste modelo como deficiente auditivo que possuiredução ou au-sência da capacidade para ouvir determinados sons, devido a fatores que afetam o aparelho audi-tivo.
Neste modelo, “o surdo é considerado uma pessoa que não ouve e, portanto, não fala”. É definido por suas características negativas ancorado na proposta oralista, reflete uma representa-ção implícita que a sociedade ouvinte construiu do surdo, isto é, uma concepçãorelacionada com a patologia, tendo o currículo escolar, como objetivo dar ao sujeito o que lhe falta: a audição e a oralidade.
Nesta visão clínico-terapêutica

Utiliza-se de uma pedagogia corretiva; existe a intenção de correção, normalização; emprega-se currículo para educando com atraso cognitivo; currículo para ouvintes; currículo para pessoas com dificuldades linguísticas; currículoaudiológico/audiométrico; currículo de beneficência laboral.



1.2- ASPECTO DA SURDEZ NO MODELO SÓCIO-ANTROPOLÓGICO


É uma concepção moderna da surdez defendida em todo o mundo por profissionais de várias áreas de interesse da surdez, em especial linguistas, pedagogos, professores, psiquiatras e até fonoaudiólogos. Esse modelo baseia-se nos novos modelos linguísticos,psicolinguísticos e sociolinguísticos que culminam em alternativas pedagógicas onde o surdo possui uma representação social oposta ao modelo anteriormente citado.


Na visão sócio-antropolológica

• Deve-se oportunizar o acesso da criança surda à língua de sinais o mais precoce possível;

• Oportunizar o contato da criança surda com seus pares surdos adultos para permitir a identificação e o acessoa particularidades culturais:

• Preocupar-se com o desenvolvimento das estruturas cognitivas e linguísticas nas idades correspondentes;

• Novo olhar sobre a educação de surdos: o conhecimento formal é acessado através da língua de sinais e se vale de estratégias que enfatizam o potencial porque “os surdos são diferentes das pessoas ouvintes, necessitam que toda a instrução seja baseada navisão e não na audição”.


2- ASPECTO CULTURAL DA SURDEZ

Antes a história cultural dos povos surdos não era reconhecida, os sujeitos surdos eram vistos como deficientes, anormais, doentes ou marginais. Somente depois do reconhecimento da língua de sinais, das identidades surdas e, na percepção da construção de subjetividade, motivada pelos Estudos Culturais, é que começaram a ganharforça às consciências políticos-culturais. Em determinados momentos, quando a luta por posições de poder ou pela imposição de ideias revela o manifesto política cultural dos povos surdos.
Na década de 1980, iniciou-se um movimento que buscou soluções para esta realidade, por meio da incorporação das línguas de sinais das comunidades surdas às práticas educacionais – educação bilíngue. Esta...
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