Apostila de educação especial

IESES – INSTITUTO DE EDUCAÇÂO SUPERIOR DO ESPÌRITO SANTO

Apostila
FUNDAMENTOS E METODOLOGIA DA EDUCAÇÃO ESPECIAL
SEGUNDA LICENCIATURA EM PEDAGOGIA

2012

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SUMÁRIO A CAMINHO DA ESCOLA INCLUSIVAINCLUSÃO, DIFERENCIAÇÃO E INDIVIDUALIZAÇÃO PARCERIAS: FAMÍLIA E RECURSOS DA COMUNIDADE A FAMÍLIA E O PROFESSOR UMA ESCOLA COM QUALIDADE FORMA PESSOAS FELIZES E CIDADÃOS CONSCIENTES DÚVIDAS FREQÜENTESSUGESTÕES PARA A CONVIVÊNCIA COM PESSOAS COM DEFICIÊNCIA DEFICIÊNCIA VISUAL DEFICIÊNCIA AUDITIVA DEFICIÊNCIA FÍSICA DEFICIÊNCIA MÚLTIPLA DEFICIÊNCIA MENTAL TECNOLOGIAS E RECURSOS MATERIAIS QUE PODEMSER UTILIZADOS FORMAS DE APRENDER E DE AVALIAR O APRENDIZADO COMO SABER QUAL É O RECURSO QUE SEU ALUNO PRECISA? SOFTWARES QUE AUXILIAM A PESSOA COM DEFICIÊNCIA A UTILIZAR O COMPUTADOR BIBLIOTECANACIONAL 3

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A CAMINHO DA ESCOLA INCLUSIVA INCLUSÃO, DIFERENCIAÇÃO E INDIVIDUALIZAÇÃO

Disponível em: www.malhatlantica.pt/ecae-cm/CAMINHO.HTM

Omovimento de Integração é anterior ao conceito de Necessidades Educativas Especiais (N.E.E.), mas este conceito vem reforçar a perspectiva integracionista. A integração do aluno na sala de aula do ensinoregular é uma concretização da necessidade de mudança de atitude face ao ensino tradicional.

É nos anos setenta que mais se tenta modificar a estrutura tradicional do sistema. Quando nos finais dosanos setenta se consegue reduzir o número de alunos por turma (20 alunos), nos casos de integração de uma ou duas crianças com problemas, espera-se

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que os professores, com a turma reduzida, criemuma dinâmica de aula diferente e não uma superprotecção do aluno integrado. A dinâmica da aula (escolha de conteúdos, estratégias e recursos) teria de ser desenvolvida no sentido de fazer funcionaraquele grupo de alunos - com aquele aluno - perante o trabalho a realizar.

A dinâmica que a reforma tenta introduzir irá mexer com toda a Escola: espaços, turmas, professores, gestão e enfoques de...