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Fichamento de Transcrição |
O mito do apartheid digital |
CASTRO, Cláudio de Moura. O mito do apartheid digital. Veja São Paulo, ano 38, n.43, p.22, 26 de out. 2005. |
“Quando falamos da‘brecha digital’, separando os pobres dos ricos, é preciso cautela para não generalizar. [...] O rico tem telefone fixo, que é analógico. O pobre tem o celular que, que é digital.”“[...] Afirmam [os alunos]que o computador era vital, pois, sendo eles muito pobres, não podiam comprar livros. As obras requeridas para fazer o curso estavam acima da capacidade financeira. [...]”“Os estudantes de maioresposses comprar e podem tirar fotocópias. Mas os mais modestos não podem se permitir tais luxos. [...]”“Do lado do papel, há um circulo vicioso. Os livros do ensino superior têm |
Faculdade do Vale doIpojuca
Aluna: Déborah Ellen Araújo de Lima
Curso: Direito Turma: 1202
Docente: Cristina Góis Disciplina: Metodologia da Pesquisa Científica
Fichamento

Fichamento deResumo |
O mito do apartheid digital |
CASTRO, Cláudio de Moura. O mito doapartheid digital. Veja São Paulo, ano 38, n.43, p.22, 26 de out. 2005. |
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Mediante á tanta tecnologia exposta para todas as classes sócias, vemos ricos e pobre almejando os mesmos produtos. Umrico pode ter telefone móvel, fixo, computar, notebook e tablete, mas um pobre não; ele tem que possuir um produto onde tenha as necessidades básicas para o nosso mundo. Hoje em dia poucos jovens nãopossuem acesso à internet, onde podem baixar livros, jogos, fazer trabalhos e pesquisas. Por os livros terem um preço alto, muitos deles fazem downloads dos mesmos e imprimem, saindo, assim, maisbarato. Fazendo com que a leitura na tela do computador cresça; onde podemos encontrar milhares de assuntos desenvolvidos na telinha do computador. O papel tornou-se algo de luxo, onde quem realmente...
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