Apologia da história ou o ofício de historiador resumos

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No capítulo III, Bloch desenvolve uma “tentativa de uma lógica do método crítico”, para que a História pudesse compor o rol das ciências, deixando claro que a História é, realmente, uma ciência e que faz parte do ofício do historiador trabalhar nesse sentido. http://www.jmonline.com.br/novo/?noticias,22,ARTICULISTAS,32450

Em um terceiro momento, no capítulo III, nomeado como A crítica, Blochnos relata como usar o método, ele insiste nisso, pois para ele essa é uma forma de tentar fazer a História ser reconhecida como uma ciência. Nos diz também sobre não aceitar com facilidade, qualquer documento que se apresente, devemos estudar-lo com cautela, pois documentos podem ser falsificados. Ele nos diz muito sobre o método crítico também, como ler o documento, relata uma “luta” com ainterpretação do documento, “ali onde Maurras, Bainville ou Plekhanov afirmam, Fustel de Coulanges ou Henri Pirenne teriam duvidado” (p.94). Para ele a incerteza está em quem estuda o passado, e não no passado, pois o passado já ocorreu, o fato está pronto, basta ao historiador, elucidar ele da melhor forma possível...
Sobre as falsificações, ele nos diz que ela tanto pode ser de tempos diferentes aoque apontam, por exemplo, uma carta que dizem ser do século VII, mas que na realidade é uma falsificação feita no século XIII, e também podem existir falsificações contemporâneas.
Nesse mesmo 3° capítulo, ele defende o uso das notas de rodapé, diz que é importante fazer as citações para poder situar o leitor no contexto que o autor de determinado livro esteja falando.http://www.skoob.com.br/livro/resenhas/2791/recentes/page:2

Mas é preciso também ser cuidadoso com a incredulidade, o historiador critica também o ceticismo por si só, o ceticismo inerte que não se sustenta, faz no capítulo III uma genealogia da dúvida usada como método crítico na construção do conhecimento além de sua contribuição para o próprio método científico, e a história, sendo uma ciência, deve apropriar-secientificamente de tal dúvida.Essa dúvida deve se fazer presente no próprio questionamento ao documento, pois o mesmo não se torna menos válido pela falta de veracidade, é preciso saber as intenções, interesses por trás de determinadas falsificações e suas conseqüências.Para Bloch, tais conhecimentos não são menos válidos do que o que se sabe sobre as ações oficiais, legítimas.Bloch indica um uso dométodo crítico para a história, “a crítica move-se entre esses dois extremos: a similitude que justifica e a que desacredita”.Método esse que também poderá ser usado para distinguir o documento autêntico do falsificado além de trazer à crítica a interdisciplinaridade proposta desde a introdução do livro; utiliza-se (na crítica) a estatística e a lingüística por exemplo.
O próximo passo é refutar aideia de neutralidade do historiador, usando como exemplo a figura do juiz, questiona se devemos julgar ou compreender, após reflexiva análise sobre o julgamento que historiadores durante muito tempo fizeram, Bloch conclui que devemos nos ater à compreensão, mas sem negar que trazemos conosco nossos preconceitos, nossas convicções e visão de mundo, sem negar, citando Rousseau, que a sociedade noscorrompe, mas aqui uso tais palavras num sentido mais leviano.Bloch ressalta ainda a importância do diálogo com outras ciências e persistindo que ainda que tenhamos uma gama de especialistas para determinado assunto, não poderemos conhecê-lo em sua totalidade. http://historiografiadapreguica.blogspot.com.br/2010/12/apologia-da-historia-ou-o-oficio-de.html

Em A Crítica, capitulo III, nesse capituloBloch desenvolve uma “tentativa de uma lógica do método critico”, para que a História pudesse compor o rol das ciências, deixando transparecer que a História para Bloch realmente é uma ciência e que precisava ser reconhecida como ciência igualmente como as outras – como ciências naturais, por exemplo, mesmo que seus antecessores tenham tentado fazer isso, mas ainda considerando a História como...
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