Aparício e digiógenes

759 palavras 4 páginas
EXMO. SR. DR. JUIZ DE DIREITO DA ___ VARA CÍVEL DA COMARCA DE CAMPINAS – SP

DANIELA, brasileira, estado civil, profissão, portador da carteira de identidade n° __________, inscrito no CPF/MF sob n° _________, residente na rua(endereço completo), por seu advogado, com endereço profissional na rua ( endereço completo ), na forma do artigo 39, I do Código de Processo Civil vem a V. Exa. propor a presente

AÇÃO DE EXECUÇÃO

pelo rito ordinário, em face de Diógenes, brasileiro, estado civil, profissão, portador da carteira de identidade n° _______, inscrito no CPF sob o n ° ________ e de Marcos, braisleiro, estado civil, profissão, portador da cartera de id___, inscrito no CPF ____, ambos redidentes na rua X, Campinas-SP, pelas razões de fato e de direito que passa a expor:

DOS FATOS O devedor devia a autora o valor de R$ 40.000,00, representado por nota promissória na data de 10/8/20XX, com vencimento para 15/10/2008
DOS FUNDAMENTOS. Contudo a obrigação não foi cumprida no prazo, logo, a autora propôs ação de execução em face do reú, que no tríduo legal, não efetuou o pagamente da dívida, nem indicou bens à penhora, apesar de devidamente intimado para tal fim pelo juiz. Contudo a autora ficou informada de que o réu passou ao seu filho, Marcos, no dia 3/10/2XX, o único bem que lhe restava no valor de R$45.000,00, livre e desembargado. O bem passou, portanto, para o seu sucessor com a matrícula de 6.015 R.5 no Cartórioa de Registro de Imóveis de Campinas –SP.

DO DIREITO Precipuamente observa-se que a autora, credora da relação, respeitando o réu, Digiógenes, esperou o esgotamento do vecimento da nota promissória, o qual foi descumprido. Logo em seguida, judicialmente, em busca da execução da dívida, que apesar de ter atigindo o devido processo legal, não obteve sucesso, pois o devedor não indicou bens à penhora, restando a execução inerte. Porém, o réu possui um bem que foi passado ao seu filho, em um procedimento de

Relacionados