Antropologia

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UNIVERSIDADE ANHANGUERA

Pólo Rio de Janeiro

Disciplina:Antropologia

Professora EAD: Mª Mariciane Moraes Nunes

Professora presencial:



Desafio de Aprendizagem








































SUMÁRIO





Capa ---------------------------------------------------------------------------------------- Página1

Sumário ------------------------------------------------------------------------------------ Página 2

Etapa 1-------------------------------------------------------------------------------------- Página 3

Etapa 2 --------------------------------------------------------------------------------- Página 4 a 5

Bibliografia------------------------------------------------------------------------------- Página 6




























Etapa 1


O livro Quarto de Despejo é o diário de Carolina, uma catadora de papéis, semi-analfabeta, negra, pobre e favelada. É, também, autora, personagem e narradora do livro. Ela representa a voz dos excluídos, marginalizados por questões sociais e étnicas. É um diário autobiográfico e um documento sobrea vida de uma favela. São reflexões sensíveis e críticas. Todo o texto é como se fosse um espelho através do qual a autora olha a si mesma e, também, as pessoas que dividem com ela o seu espaço. É um diário diferente dos outros que são confidenciais. A autora procura denunciar as condições miseráveis de vida em uma favela. O diário registra fatos importantes da vida social e política do Brasil,iniciando-se em 1955 e terminando em janeiro de 1960. Há no país uma grande euforia pelo início da construção de Brasília, que seria inaugurada em 21 de abril de 1960. O país se preocupava com a nova capital, idealizada por um Presidente da República bem popular entre as classes mais baixas. Ainda assim, a fome, as faltas de saneamento básico e de moradia eram graves problemas. Carolina menciona emseu livro Jânio Quadros, Adhemar de Barros e Carlos Lacerda, este último, de forma irônica. Fatos da época são citados como um documentário que estava sendo filmada sobre a vida de um famoso favelado, a Promessinha. Jornais como o Diário da Noite e revistas como O Cruzeiro são lembrados pela autora. O ato de escrever para a autora é natural. Ela sempre dizia que, quando não tinha nada para comerela preferia escrever. A linguagem é coloquial, ao seu modo. Não erra intencionalmente. Apesar da pouca instrução, suas descrições misturam hostilidade e lirismo.
Os constantes questionamentos político-sociais presentes no diário de Carolina, assim como as denúncias da discriminação social que sofria marcam a marginalização dentro da marginalização: Carolina era discriminada por ser pobre, negra,mulher, catadora de papel, mãe solteira e escritora. Nesse momento é importante ressaltar o comentário de Maria Madalena Magna Bosco sobre a importância dos textos da autora: Os diários de Carolina Maria de Jesus podem ser, assim,considerados testemunhos que borram as fronteiras da literariedade ao denunciarem uma outra experiência do sujeito do feminino, a partir das vivências e posições deenunciações da autora, a qual buscou – pelo conteúdo da narrativa e não por sua forma – simbolizar o que escapou e continua escapando aos olhares progressistas da modernização, ou seja, as fraturas expostas pela miséria ecológica, econômica, emocional e relacional, cruamente expostas na favela de Canindé”.
(MAGNABOSCO, 2002, p.147)













Problema Social - Etapa 2
A escolhado tema foi devido à violação dos direitos das mulheres, por consideramos ser algo que acontece com muita freqüência em nossa sociedade, um problema grave que aos poucos tem chegado ao conhecimento da população.
Uma grande demonstração da grande incidência de violência nas análises indica que entre 12% e 25% das mulheres já sofreram ataques e violência dos seus parceiros em algum momento...
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