Antropologia e sociologia unifran

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Portifólio - Noções de Sociologia e AntropologiaAluno:
Ellen Cristina Querubim dos Santos – 104911-2 – Polo: Franca

Baseado na economia chinesa, que cresce a ritmos alucinantes e ao mesmo tempo preocupantes, procure desenvolver um “papers” de no máximo 05 páginas, ondevocê deve construir uma análise sobre a importância do conhecimento Antropológico,em especial da cultura chinesa, para queseja possível abrir um mercado tão diferentedos padrões ocidentais e que não gere conflitos culturais e étnicos.

1.Introdução:
Costumes Chineses

O chinês valoriza muito a parceria e a cooperação, costumes antigos que se explicariam pelas raízes culturais herdadas dos pensamentos de Confúcio. De todo modo, a inclinação prática dos chineses, nos últimos 20 anos, tem sido para firmar jointventures com parceiros globais em busca de desenvolvimento tecnológico e de eficiência em processos gerenciais. Afinal, a China passou do modo de produção feudal para a economia planejada socialista. Quando abriu sua economia ao mercado internacional e adotou conceitos liberais para os processos produtivos, seu parque industrial estava obsoleto, o déficit social era imenso e seus executivos não tinham acultura da economia de mercado.

Além de ser um país com números superlativos, em grande parte decorrentes do tamanho de sua população (1,3 bilhão de pessoas, ou um quinto da população mundial), a China passa por um rápido processo de modernização. O percentual da população que vive nas cidades saltou de 13% em 1950 para 40% atualmente e a previsão é que chegue a 60% em2030, apesar dosesforços do governo para coibir a migração em massa.

Quem visita hoje uma grande cidade, como a capital Pequim ou o centro financeiro do país, Xangai, esperando encontrar aquele mar de bicicletas que se tornou a imagem-padrão das cidades chinesas, se decepcionará. Como diz uma professora chinesa, hoje as pessoas não querem mais as bicicletas; querem carros ou, pelo menos, motocicletas. Mas carros aindasão para poucos: além da compra em si, há o preço da licença, que em leilões realizados em Xangai custa em torno de US$ 6 mil.

As mudanças econômicas trouxeram também novos hábitos de consumo. A impressão que se tem é que as metrópoles chinesas são grandes shoppings centers a céu aberto. Alguns desses centros de compras lembram muito a galeria Pajé, conhecida dos paulistanos por seus produtos"importados". O comércio em feiras - transformadas em mercados abertos - se mantém tradicional e nelas pode se comprar de tudo, de frutas e verduras a relógios, roupas e bolsas.

Ainda há informalidade nesse tipo de comércio e a ordem é pechinchar. Um bom negociante pode baixar o preço em dez vezes ou mais. Estando na China, é impossível resistir ao consumismo. Parece um grande contrassenso numpaís socialista, mas o fato é que os chineses parecem ter o comércio nas veias. Mesmo usando peças publicitárias ainda pouco sofisticadas, o marketing está em todos os lugares, especialmente na forma como os chineses conduzem seus negócios.

Com tudo isso, a maioria da população se mantém fiel à cultura da poupança - ainda não existe crédito para o consumo. Mas os salários, que ainda são muitobaixos, estão começando a aumentar. Na província de Guandong, onde há distritos industriais, já se começa a falar em falta de mão-de-obra, especialmente a qualificada, e as empresas estão tendo de oferecer benefícios extras para segurar funcionários e reduzir a alta rotatividade.

Embora a lei determine salários mínimos e carga horária de 40 horas de trabalho semanais, na prática a história éoutra, especialmente nas empresas privadas. Os chineses costumam trabalhar até 70 horas semanais, segundo informações colhidas em uma universidade local, por salários, em média, de US$ 70 por mês. Nas empresas de tecnologia, especialmente as ligadas à área de software, a mão-de-obra é bem qualificada e os salários podem chegar a US$ 10 mil por mês. O investimento em educação, além de um esforço do...
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