Anteprojeto de mestrado

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UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA

RICARDO SILVA DE SANTANA

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO COMO FERRAMENTA NA GESTÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS

SALVADOR – BAHIA
2012
RICARDO SILVA DE SANTANA

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO COMO FERRAMENTA NA GESTÃO DE POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCACIONAIS

Anteprojeto apresentado à Universidade
Federal da Bahia, como parte das
exigências do Processo deSeleção do
Núcleo de Pós-Graduação para o curso
de Mestrado Profissional em Administração

SALVADOR – BAHIA
2012
SUMÁRIO

1 INTRODUÇÃO...................................................................................................................4
2 OBJETO...............................................................................................................................6
3OBJETIVOS .......................................................................................................................6
4 FORMULAÇÃO DO PROBLEMA....................................................................................7
5 JUSTIFICATIVA................................................................................................................8
6METODOLOGIA................................................................................................................9
REFERÊNCIAS....................................................................................................................10



1.INTRODUÇÃO

Nos tempos atuais, ainda existem três principais tipos de organização: proativas, reativas e as inertes. Assim, é salutar que para manter-seviva no feroz e efervescente mercado global, se faz necessário que as organizações sejam eminentemente proativas. E tal premissa não vale somente para organizações do mundo privado, estendendo-se, portanto para a Administração Pública.

Desta forma, pode-se explicitar a relevância de uma estratégia para os rumos da organização, seja vendendo bens e produtos, ou ofertando serviços. A elaboraçãodas estratégias organizacionais (e aqui, para melhor adequação serão chamadas de institucionais) é complexa, uma vez que ela própria está inserida numa infinidade de fatores e de agentes endógenos e exógenos. Muitos deles estão alocados distantes das organizações. Frente a este cenário, o planejamento estratégico erige como uma substancial ferramenta de subsídio à alta administração, poispermite orientar as ações institucionais dentro de um plano previamente determinado de metas e objetivos, reduzindo desta forma a ocorrência de tomada de decisões equivocadas.

A esmagadora maioria dos indivíduos ainda enxerga o planejamento como meramente planejar, delegar responsabilidades, se necessário transmitir leis e determinar o orçamento. No Brasil, particularmente em escala federal, oplanejamento ainda é tido como algo basicamente tecnicista, dominada só e tão somente só por administradores, economistas e burocratas. Eles admitem que uma vez tendo o plano certo, a implementação começará de forma automática. Todavia, a realidade tem se mostrado muito desigual: variados projetos, programas e políticas falham na implantação ou apresentam impactos indesejáveis. Temos longas décadasde experiências malogradas de planejamento, com planos faraônicos ou megalômanos, que teoricamente funcionam, porém na prática simplesmente não se desenvolvem ou desenvolvem-se de maneira decepcionante ou desastrosa. Somas consideráveis de recursos são dispendidas, e só contribuem para o alongamento das décadas perdidas. Por que costumamos falhar então?
É exatamente tal questionamento que estetrabalho tenta responder. Ele analisa conceitualmente as diversas formas de pensar-se planejamento, sobretudo no que diz respeito às políticas públicas educacionais. Focar-se-á exclusivamente nos problemas de planejamento detectados neste segmento de políticas públicas. A ênfase dada à burocracia de formulação e controle, aliado a um possível conflito de ações institucionais, tende a obscurecer...
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