Anatomia

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SIEPA

TCE

TRM

BELÉM-PARÁ

05 DE OUTUBRO DE 2011

SIEPA

TCE

TRM

TRABALHO PEDIDO POR JOSÉ ANTONIO

__________
NOTA

SIEPA

TCE

TRM

NOME DO ALUNO

BELÉM-PARÁ

TCE

CONCEITO

ETIOLOGIA

QUADRO CLÍNICO

CONDUTA DE ENFERMAGEM

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CONCEITO TCE:

O TCE constitui qualquer agressão que acarrete lesão anatômica ou comprometimento funcional do courocabeludo, crânio, meninges ou encéfalo. É a causa de morte mais freqüente entre os 02 e 42 anos de idade.

TIPOS DE TCE

1. Traumatismos cranianos fechados: quando não há ferimentos no crânio ou existe apenas uma fratura linear. Estes podem ser subdivididos em: concussão (aquele sem qualquer lesão estrutural macroscópica do cérebro), e aquele com destruição do parênquima cerebral onde há edema,contusão, laceração ou hemorragia. Concussão é uma breve perda de consciência depois do traumatismo sendo atribuída por uma desconexão funcional entre o tronco cerebral e os hemisférios e geralmente recobre a consciência antes de 6 horas;

2. Fratura com afundamento do crânio: o pericrânio está íntegro, porém um fragmento do osso fraturado está afundado e comprime ou lesione o cérebro;

3.Fratura exposta do crânio: indica que os tecidos Peri - cranianos foram lacerados e que existe uma comunicação direta entre o couro cabeludo lesionado e o parênquima cerebral através dos fragmentos ósseos afundados ou estilhaçados e da dura lacerada.

OBS.: O traumatismo crânio-encefálico é uma agressão ao cérebro, em conseqüência de um trauma externo, resultando em alterações cerebrais momentâneasou permanentes, de natureza cognitiva ou de funcionamento físico. Tem como principal causa os acidentes de trânsito, mas pode resultar de agressões físicas, quedas e lesões por arma de fogo entre outras. É a principal causa de seqüelas e de mortes nos pacientes poli-traumatizados, com grande impacto sócio-econômico para a saúde pública. O presente artigo tem como objetivo apresentar uma revisãosobre TCE e dados que o colocam como problema de grande relevância para o poder público. O estudo compreende uma pesquisa bibliográfica exploratória e qualitativa para o conhecimento e melhor abordagem sobre o tema, possibilitando uma reflexão mais apurada sobre possíveis medidas de prevenção, principalmente em relação aos acidentes de trânsito, que segundo Cambier e Masson (2005), constituem aprincipal causa de TCE.

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ETIOLOGIA:

Queda: 28 %
Acidente Motociclos 08 %
Atropelamento 06 %
Acidente de Trabalho 21 %
Acidentes de Viação 34 %

A. De acordo com a causa:
Queda
Acidente automobilístico
Agressão
B. De acordo com o mecanismo:
Penetrantes
Não penetrantes
C. De acordo com a morfologia:
Fraturas
Lesões intracranianas
D. De acordo com os efeitosfuncionais ou estruturais sobre o cérebro:
Focais: Hematoma extradural
Hematoma subdural
Hemorragia intracerebral
Contusão cerebral
Difusas: Concussão leve
Concussão clássica
Lesão axonal difusa
E. De acordo com gravidade: baseada na pontuação da escala de Glasgow
Leve: entre 13 e 15
Moderado: entre 9 e 12
Grave: abaixo de 9

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QUADRO CLINICO:

• Alteração da consciência.
Ocoma pode ser mais prolongado, durando várias horas, dias ou semanas quando há tumefação, hemorragia, LAD ou contusão ou laceração do córtex. Quando os pacientes saem do coma podem apresentar cefaléia por mais de 12 horas, confusão mental (presença de contusão ou laceração do córtex). A Escala de Glasgow mostra-se eficaz na avaliação de pacientes com TCE. No entanto, esta escala não é válida emcrianças, em pacientes em choque ou naqueles intoxicados, hipóxicos ou que sofreram derrame, traumatismo orbitário e da coluna vertebral;
• Choque cirúrgico;

• Transtorno da função neuromuscular:
Aumento do tônus (centros superiores do encéfalo), tremor (gânglios da base ou o cerebelo), hipotonia (transecção da medula cervical), a taxia, perturbações das reações de endireita mento e...
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