Analogia do filme: sociedade dos poetas mortos

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FACULDADE ALDEIA DE CARAPICUIBA – FALC

















Analogia: filme “ Sociedade dos poetas Mortos ” e a função do psicopedagogo











Curso: Psicopedagogia – Turma B

Psicopedagogia Institucional









Carapicuiba

2009





Sumário







1. O Filme ........................................................................1

2. Considerações sobre o filme ....................................... 2

3. Teorias de Aprendizagem ............................................ 3

4. Relação entre Afetividade e Inteligência ...................... 4

5. Conclusão ................................................................... 6

6. Referências Bibliográficas........................................... 7































O Filme



A chegada do professor Keating ao internato mexeu com as estruturas da instituição, baseada nos princípios da tradição-honra-disciplina-excelência. Embora ex-aluno da Welton School, Keating professava um estilo dito revolucionário, nas suas aulas de literatura inglesa e no relacionamentoproposto aos seus alunos.

Esta é a trama central do filme Sociedade dos Poetas Mortos, dirigido por Peter Weir, e que foi um dos premiados com o Oscar da Academia de Cinema de Hollywood. As cenas se passam em 1959 e colocam em evidência os conflitos entre o conservadorismo expresso pela direção exercida pelo anglicano Nolan e o jovem mestre, que entra na sala de aula assoviando, para espantodos seus engravatados alunos. Logo depois, manda arrancar as folhas de Introdução à Poesia, de Pritchard, sob a alegação de que era um texto superado. Keating, interpretado pelo excelente Robin Willians, permite que os seus alunos subam nas mesas, joga futebol, com eles, incentiva Neil a ser ator, contrariando o pai autoritário, que o retira da escola, ameaçando-o com uma academia militar:- Vocênão tem nada que pensar, deixe que o faça por você! Pressionado e angustiado, Neil se suicida, com o revólver do pai.Foi uma das cenas mais fortes desse filme de altíssima qualidade. Questiona-se até onde deve ir a autoridade paterna, chocando-se com a vocação do filho, este amparado pelo professor compreensivo e amigo.

Após o suicídio, a família de Neil processa a escola,responsabilizando-a pelo desvio do jovem adolescente. E é claro que a culpa recai sobre Keating, para quem a verdadeira educação é a que induz o indivíduo a escolher o que gosta, o que está dentro de si, e não o que lhe é imposto. Por isso mesmo, faz da legenda latina “ carpe diem ” (aproveite o dia) o seu lema permanente. Quando preciso, as aulas eram dadas no pátio da escola, com fortesensibilização do aluno para o objeto do estudo, sem passar pela teorização. Histórias sobre educação e métodos pedagógicos, em geral, produzem trabalhos de pouco apelo popular. Não foi o que aconteceu com Dead Poets Society. O seu sucesso internacional mostra, acima e tudo, um incrível interesse pelas relações entre autoritarismo e liberdade, pais e filhos, colegas entre si. Aliás, o filho focaliza, emfortes contornos, a figura do dedo-duro Cameron, um lourinho subserviente, que criticava o professor querido da turma, pelos seus excessos de liberalidade. Foi ele que contou à diretoria o que se passava em classe. Keating é expulso de Welton, Nolan retoma as suas aulas e o faz dentro do estilo conservador de sempre. Quando Keating entra na sala para apanhar os seus pertences, numa cena valorizada pelamúsica de

1

Maurice Jarre, alguns dos alunos, mais chegados reagem à sua saída. Sobem

à mesa, num gesto de solidariedade, enquanto Keating se comove, chegando às lágrimas. O diretor esbraveja, protesta, mas a atitude dos jovens é mais forte – e é o que fica da...
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