Analitica do belo

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  • Publicado : 11 de janeiro de 2013
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critica do juizo estético
parte 4

A critica do juízo estético estabelece uma harmonia estética relativa á receção estética da natureza com fortes ligações ás tradições setecentistas.
O nexoentre o sentimento estético e o sentimento moral reaparece ,por kant, na analítica do sublime. Enquanto o belo implica o sentimento de facilidade e intensificação da vida o sentimento do sublime é,pelo contrário, um prazer que surge apenas indiretamente sendo traduzido como algo sério ao emprego da imaginação.
O sentimento do sublime surge então como um sentimento de "estima" que nós mesmosatribuímos a um objeto da natureza e que nasce de uma insuficiência da imaginação na avaliação estética das grandezas , em relação á avaliação da razão. O sublime é aquilo que pelo simples facto de poderser pensado torna quase intuitivo a superioridade da aplicação racional das nossas faculdades cognitivas. O sentimento que lhe corresponde é um sentimento de desprazer porque nasce de um contraste enão de um acordo entre a imaginação e a razão .O sublime está então ligado a um sentimento moral , criando um interessa não só no âmbito de um juízo estético com numa ambiguidade que acompanha todaa segunda parte da analise kantiana dos juízos estéticos .
Para kant a arte distingue-se da natureza no que diz respeito á beleza da sua forma , alem disso , estabelecendo uma outra ligação entrea beleza artística e a beleza natural ,kant define o génio como o talento natural de ideias especulares ás da razão, definidas como representações da imaginação que fazem pensar muito sem que umpensamento ou conceito lhe possa ser adequado. A relação entre o génio ,a imaginação e a ideia estética é outro ponto focal no discurso kantiano que assinala a dependência e a novidade ás investigaçõessetecentistas . Por um lado , este coloca num novo campo a relação representativa entre a imaginação e a produção nunca antes considerado na estética do séc. XVIII , mas,por outro lado não esclarece...
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