Analise de conjuntura

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  • Publicado : 10 de abril de 2013
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“Crise no continente Europeu”

O desemprego, na Europa já começa a atingir as economias sólidas do continente, há alguns dias atrás temos notícias do New York Times, sobre famintos buscando comida nas latas de lixo na Espanha, em algumas cidades as autoridades preocupadas com a situação sanitária, lacraram as lixeiras com cadeados.
O problema causador disso tudo realmente é o desemprego, asmedidas de austeridade só beneficiam os grandes credores dos estados que são os banqueiros, grandes instituições mundiais de crédito acabaram se tornando os vilões da história.
Os governos nacionais anunciam, legislações severas mas não funcionam,enquanto isso o Goldman Sachs continua a governar a Itália, com Mário Monti, administrando diretamente as finanças da União Européia.

Essa criseeuropéia, cresce incessantemente, o governo luta por obter apoio para um novo programa de austeridade financeira, os mercados financeiros exigem essas políticas, políticas essas que deveriam ser relacionadas a retomada do crescimento do continente, realmente existem várias controvérsias quanto as políticas de austeridade, e o crescimento do continente continua em jogo.
A comissão européia sentenecessidade de controlar os bancos, através de regras impostas, em termos de fundos próprios, defende o princípio de que estes são grandes demais para falir. Estes mesmos bancos cometeram erros e fraudes, no setor bancário que prejudicaram as finanças dos estados que o socorreram. Hoje, dirigentes de grandes bancos condenam a corrida à ganância e pregam uma cultura mas responsável.

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Pararesolver problemas de dimensão europeia, os dirigentes políticos privilegiaram o método intergovernamental em detrimento a uma aproximação comunitária. Assiste-se a uma plêiade de cúpulas europeias sem efeito decisivo, em vez de voltar ao caminho mais comunitário dos países fundadores na criação da CECA. A União Europeia vive um kairós, se tiver a audácia de dar um salto qualitativo e passar com aquelesque o desejam a uma forma de federação europeia, incluindo entre outras coisas a eleição de um presidente pelo sufrágio universal. Federação e federalismo eram palavras tabus no cenário político. Mas a conjugação das crises do euro, da dívida soberana e do setor bancário recolocou a ideia federativa na mesa. Pois, nem novas legislações, nem fundos de salvamento, nem iniciativas do Banco centraleuropeu conseguiram fazer sair a Europa do buraco.
(ANÁLISE DE CONJUNTURA, CNBB, Setembro de 2012)

É preciso antes de tudo , diante desta crise a união política com um sistema de defesa coerente, não se trata de criar um “super estado europeu”, mas de uma maneira de resolver os problemas. A união política antes de tudo se torna, um pré- requisito para estas resoluções, e uma possibilidade de irmais longe quanto ao domínio de solidariedade financeira na zona euro.
Segundo o FMI, esta crise pode chegar até os dez anos de duração:

Divagando sobre suas preocupações quanto a persistente crise na zona do euro e as dívidas de Estados Unidos e Japão, Oliver Blanchard afirmou: “seguramente, o período de crise durará pelo menos uma década desde o seu início em 2008 até o momento no qual aeconomia mundial volte a apresentar uma forma decente.
(FONTE : TERRA)

O economista chefe do FMI, descarta riscos de hiperinflação na Europa, além de afirmar que a economia chinesa, teve um rápido crescimento nos últimos anos, isso exercerá um forte papel, no atraso do processo de recuperação econômica dos países ocidentais e do Japão.

Não faltaram notícias ruins vindas da Europa nesta manhã!A Espanha parece estar à beira de receber mais um downgrade da agência de risco Moody’s, enquanto que os canais de televisão da Grécia afirmam que a economia do país pode contrair 3,80% em 2013 – uma previsão muito pior do que a divulgada pela Comissão Europeia anteriormente.
Outros dados catastróficos demonstram que o número de desempregados na Europa já ultrapassa a barreira de 25 milhões...
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