Analise critica a cerca da origem do serviço social

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INTRODUÇÃO

Esse portfólio traduz de uma maneira geral, porém detalhada o surgimento do Serviço Social tanto na Europa quanto no Brasil. Suas primeiras manifestações, a luta dos trabalhadores por melhores condições de trabalho, a influência fundamental da Igreja Católica, burguesia, capitalismo e feudalismo.
Tem como objetivo esclarecer o surgimento do Serviço Social e também nareconstrução do pensar sobre a profissão, e contribuir para uma reflexão critica sobre o modo de pensar, já que no principio se tinha uma idéia distorcida de somente ajudar e fazer caridade.

DESENVOLVIMENTO

A expansão do comércio e do artesanato atraiu para as cidades grande número de camponeses, que almejavam trabalhar em atividades diferentes da agricultura, como comércio e prestação deserviços.
No principio grande das cidades era cercada por altas muralhas, formando um núcleo urbano fortificado, que se denominava burgo. Com o aumento da população, as cidades foram obrigadas a alargar seus limites além de antigas muralhas. Artesãos e comerciantes que se estabeleciam nos burgos eram chamados de burgueses.
A Grande Depressão que se arrastava pela Europa espalhou seus efeitos portodos os países com uma grande intensidade. Isto fez com que os fluxos de migração aumentassem significamente para os Estados Unidos. O capitalismo por sua vez se consolidava com a indústria ferroviária. Com isso os EUA se tornaram muito atrativo na região das indústrias para os trabalhadores que buscavam melhores condições de vida.
Mercadores das estradas da Europa juntaram-se aos artesãos efamílias, que abandonaram o campo e se estabeleceram no lado de fora dos muros que cercavam os castelos, palácios episcopais e mosteiros. Formou-se um pequeno núcleo comercial. Era o burgo exterior ou subúrbio, que da origem à maioria das cidades medievais.
A composição do Estado, no sistema capitalista, se formava de representantes das classes economicamente dominantes (burguesia e proprietáriosrurais). Nesse sentido, o próprio Estado, bem como as leis, protegia os interesses das classes dominantes.
A organização dos trabalhadores ameaçava os objetivos da burguesia.
Contudo a sociedade capitalista estava à beira de um distúrbio, pois a economia estava deteriorada e os índices de desemprego e a pobreza estavam cada vez maiores.
Os donos de indústrias da Europa e dos EUA fizeram políticasparticulares para vigiar os trabalhadores e seus sindicatos. Com essa situação se deu um clima de tensão que envolvia as relações sociais. 
A revolução Industrial trouxe grandes transformações, as pessoas acreditavam que a maquina trazia enormes benefícios para a humanidade. O mesmo não dizia os trabalhadores das fábricas.
A condição de vida dos operários ate meados do século XIX, era degradante.A maioria deles morava em cortiços, sem mínimas condições de higiene, locais ideais para propagação de inúmeras doenças. Apesar do grande crescimento industrial (que fez com que milhares de pessoas abandonassem os campos em busca de melhores condições nas cidades), milhares de pessoas continuavam desempregadas, e muitas se entregavam aos crimes e a prostituição. As cidades industrializadas eramum verdadeiro caos.
Já em fins do século XVIII, descontentes com sua situação, os operários começaram a organizar grupos, associações e entidades com o objetivo de pressionar os governos a mudar a situação. A Inglaterra foi o primeiro país a se industrializar e a possuir organizações operarias.
Um dos primeiros movimentos que obteve grande adesão foi o “Ludismo”, assim chamado por causa de seulíder Ned Ludd. A ação mais comum entre os membros desse movimento era a destruição das máquinas. A reação do governo inglês foi violenta, proibindo qualquer união entre operários.
Já em fins do século XVIII, descontentes com sua situação, os operários começaram a organizar grupos, associações e entidades com o objetivo de pressionar os governos a mudar a situação. A Inglaterra foi o primeiro...
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