Amaro, sarita. visita domiciliar: guia para uma abordagem complexa- porto alegre: age editora, 2003.

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Fichamento de livro

Referencia BibliográficaAmaro, Sarita. Visita Domiciliar: Guia para uma abordagem complexa- Porto alegre: AGE Editora, 2003. |

Visita: Considerações Inicias
1. Visita domiciliar: o que é?
(...) prática profissional, investigativa ou de atendimento, realizada por um ou mais profissionais, junto ao indivíduo em seu próprio meio social ou familiar. (Sarita, 2003, p.13)(...) como intervenção, reúne pelo menos três técnicas para desenvolver: a observação, a entrevista e a história ou relato oral. (2003, p.13)
A visita como técnica se organiza mediante o diálogo entre visitador e visitado, (...) são entrevistas semi- estruturadas, dado que orientadas por um planejamento ou roteiro preliminar. (2003, p.13)
(...) sempre presente, indica a acuidade atenta aosdetalhes dos fatos e relatos apresentados durante a visita. (2003, p.14)
Cada vida é ao mesmo tempo singular e universal, particular e, no entanto, generalizável; as vidas são a expressão da história pessoal e social, bem como das teias relacionadas de influência. (2003, p.14)
Analítica e sinteticamente, a interpretação do visitador deve observar a totalidade significativa da vida do sujeito,manifesta em suas narrativas pormenorizadas, nas conversas trocadas, sem descartar sua correlação com inúmeras situações e expressivas observadas. (2003, p.14)
2. Profissionais “visitadores”
(...) a prática da visita está ligada a alguns segmentos profissionais específicos. O que identifica é a idéia de que as pessoas tendem a enfrentar melhor suas dificuldades quando estão em seu próprio meiosocial, familiar ou comunitário. (2003, p.15)
Nessa linha, médicos de família, assistentes sociais psicólogos comunitários, terapeutas familiar e enfermeiros são os principais executores de visitas. (...) visita não é técnica à área da saúde. (2003, p.15-16)
Além de médicos e educadores, outros segmentos profissionais efetuem cotidianamente visitas de conhecimentos (exploratórias) ou acompanhamento(interventivas). (2003, p.16)
3. A visita domiciliar como opção metodológica
Como outras técnicas e abordagens, a visita em sua natureza requer predisposição e interesse. (...) o profissional que desempenha efetivamente a adote como técnica, (...). (2003, p.16)
(...) escolha metodológica, vantagens e desvantagens devem ser consideradas. (...) as vantagens está o fato de realizar-se num lócusprivilegiado, o espaço vivido do sujeito e, geral, contar com a boa receptividade do visitado. (2003, p.16-17)
(...) desvantagens, está a ausência de controle de o profissional saber o que acontece em torno da visita, ou seja, na casa. (...) na verdade associa-se antes a natureza da contidianeidade, reforçada na visita, na qual tanto rotinas e práticas regulares como fatos imprevistos são comuns.(2003, p.17)
(...) profissional, ao visitar, se insere no cotidiano do outro e de alguma forma deve se ajustar às condições que encontrar. (...) mesma forma, não se pode, no espaço do outro, repreendê-lo ou corrigi-lo (...). (2003, p.17)
Realidade e Complexidade
1. A realidade é mais que uma soma de fatores ou facticidades
(...) a realidade que observamos ao visitar. A realidade compõe-se eestrutura-se com base na presença e ausência de alguns elementos, que nem sempre são de nosso conhecimento. (2003, p.18)
(...) na soma dos fatores ou condicionalismo que se evidenciam- o que eu considero uma idéia muito resumida de conceber a realidade. (2003, p.18)
(...) a realidade não seja composta de uma diversidade de fatores, mas chamar atenção para o fato de que a realidade existe e só écompreendida em sua complexidade quando se olha para além dessas somas de fatores. (2003, p.19)
(...) idéia de que pelas partes se conhece o todo, baseada na premissa de que o todo deriva da soma das partes. (2003, p.20)
Não é, portanto, na soma, mas sim na relação estabelecida entre as partes que a realidade existe e revela seu sentido complexo. (2003, p.20)
A soma das partes é reveladora...
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