Agroindustria

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SUMÁRIO
1. Introdução 5
1.1. Objetivo 8
1.2.Justificativa 8
2. Análise do Ambiente Externo 10
2.1. Análise do meio ambiente 10
2.2. Análise da Indústria 11
2.2.1. Situação Atual 13
2.2.2. Comercialização 19
2.3. Análise de Mercado 20
3.Análise Ambiente Interno 24
3.1 Concorrentes 24
3.2.Fornecedores 26
3.3. Consumidor 28
4. Processo Produtivo 29
4.1. Cadeia Produtiva 294.2 Processo Produtivo 30
4.3. Processo Produtivo em uma Empresa de Fertilizantes 31
4.3.1. O Processo Produtivo da PlantBem 32
4.3.2 Balanço de Massa 33
4.3.3 Balanço de Energia 36
4.3.4 Tecnologias e Instalações 38
5. ASPECTOS JURÍDICOS 41
5.1. DECRETO  No.  4542  DE   26 /12 /2002 41
6. LOCALIZAÇÃO 46
6.1. Macrolocalização 46
6.2. Microlocalização 47
6.3. Layout 48
6.4.Planta Baixa 48
7.ANÁLISE ECONÔMICA E FINACEIRA 49
7.1. Investimento Fixo 49
7.2. Investimento de Giro ou Capital de Giro 49
7.3. Financiamento em Projetos 50
7.4. Receitas 50
7.5. Custos Operacionais 51
7.6. Cálculo do Ponto de Equilíbrio: 54
7.7. Fluxo de Caixa 55
7.8. Taxa Interna de Retorno 56
8. CONCLUSÃO 58
Referências 59

Figuras

Figura 1: Faturamento Líquido doSetor de Adubos e Fertilizantes. 13
Figura 2: Endividamento Geral - Intermediários para Fertilizantes. 14
Figura 3: Entrega de Fertilizantes. 14
Figura 4: Market Share por Faturamento das Empresas em 2003 e 2007. 16
Figura 5: Ranking Mundial do Consumo de Fertilizantes. 17
Figura 6: Participação do Brasil. (Consumo/Produção) 17
Figura 7: Consumo Brasileiro. 18
Figura 8: A ProduçãoBrasileira de Grãos . 20
Figura 9: Índice Safra. 21
Figura 10: Produção Mundial de Rocha Fosfática. 25
Figura 11: Cadeira Produtiva. 29
Figura 12: Fluxograma do processo industrial de fertilizantes. 30
Figura 13: Fluxograma. 31
Figura 14: Balanço de Massa. 34
Figura 15: Controlador Eletrônico de Dosagem e Mistura. 39

Tabelas
Tabela 1: Análise do meio ambiente. 10
Tabela 2: Receitapor Empresa. 16
Tabela 3: Descrição dos fertilizantes 43
Tabela 4: Fluxo de caixa 56
Tabela 5: TIR 58

1. Introdução

O consumo de adubos no Brasil se iniciou em fins do século passado/início deste século, nas regiões mais intensamente cultivadas do centro e sul do País. À época, pequenas empresas localizadas nas zonas rurais dos estados de São Paulo e Rio Grande do Sul forneciam adubosorgânicos obtidos nas imediações (INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS, 1988).

Em 1900, em todo o mundo, consumiam-se modestos 1,1 milhão de toneladas de P2O5, o que demonstra o quanto é recente a utilização de fertilizantes minerais na agricultura (ANDERY; PEREIRA, 1965).

De 1930 a 1945, o primeiro período de governo do Presidente Getúlio Vargas, a economia brasileira experimentou profundastransformações, quando o principal eixo de desenvolvimento se transferiu do setor agrícola e da tradicional agricultura de café para a constituição de uma indústria local, sob forte direcionamento do Estado.

Foi também na década de 30 que a utilização de fertilizantes químicos tornou-se mais sistemática no Brasil, principalmente com a prática da lavoura pelos japoneses e as plantações dealgodão (MORAES REGO, 1938b). Começou-se assim a reconhecer que a utilização dos adubos possibilitava a reutilização de terras próximas aos centros consumidores e que já mostravam sinais de esgotamento (MORAES REGO, 1938a). Nessa época, as empresas existentes importavam fertilizantes mistos previamente formulados. Com o passar do tempo, as antigas importadoras foram instalando unidadesmisturadoras para elaboração de suas próprias formulações.

Até 1939, a atuação governamental restringia-se ao controle da qualidade dos adubos e à fiscalização de seu comércio, através da Lei nº 3.508, de 10/07/1916 e do Decreto nº 14.177,
de 19/05/1920. Os decretos-lei nº 1.774, de 16/11/1939 e nº 2.019, de 14/02/1940 são as primeiras iniciativas governamentais no sentido de promover o consumo de...
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