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LEONARDO ANDRADE NUNES
MURILO HENRIQUE CUNHA
RENATO ANTUNES MAGALHÃES












LAB VI: MASSA UNITÁRIA DO AGREGADO GRAÚDO
LAB VII: MASSA ESPECÍFICA DO AGREGADO GRAÚDO
LAB VIII: GRANULOMETRIA DO AGREGADO GRAÚDO


















Palmas – TO
2012






LEONARDO ANDRADE NUNES
MURILO HENRIQUE CUNHARENATO ANTUNES MAGALHÃES






LAB VI: MASSA UNITÁRIA DO AGREGADO GRAÚDO
LAB VII: MASSA ESPECÍFICA DO AGREGADO GRAÚDO
LAB VIII: GRANULOMETRIA DO AGREGADO GRAÚDO




Relatório apresentado como requisito parcial de nota para G1 na disciplina de tecnologia do curso de Engenharia Civil do CEULP/ULBRA, orientado pela ProfessoraMaria Carolina de Paula Estevam D’Oliveira








Palmas – TO
2012
SUMÁRIO




1 INTRODUÇÃO 4

2 OBJETIVO 4

3 NORMAS TÉCNICAS ATUALIZADAS 4

4 EQUIPAMENTOS UTILIZADOS 5

5 PROCEDIMENTOS EXPERIMENTAIS 7

6 CÁLCULOS 9

6 RESULTADOS E DISCUSSÕES 11

BIBLIOGRAFIA 12





1 INTRODUÇÃO

O conhecimento da natureza dos agregados é de fundamentalimportância para a fabricação de concretos e argamassas. Embora os agregados sejam considerados inertes, possuem características físico-químicas e químicas que influem diretamente na qualidade final das argamassas e concretos produzidos. Essa análise garantirá a qualidade do material fabricado e minimizará os riscos de ocorrência de patologia. Pois, o concreto e argamassa são compostos poragregado miúdo e graúdo, aglomerante e água.
São agregados às rochas britadas, os fragmentos rolados no leito dos cursos d’água e os materiais encontrados em jazidas, provenientes de alterações de rocha. Como agregado miúdo terá o material que passa pela peneira de 4,8 mm e fica retido na 0,075.
Através desse trabalho é possível demonstrar alguns dos processos necessários para a utilizaçãodo agregado miúdo na construção civil. Este relatório fará a demonstração do calculo da massa unitária e específica do agregado miúdo e sua classificação granulométrica.





2 OBJETIVO



• Determinar a massa unitária do agregado graúdo, levando em consideração os vazios existentes;
• Determinar a massa especifica do agregado graúdo, desconsiderando os vazios existentes;• Determinar a composição granulométrica do agregado graúdo, para a classificação do mesmo de acordo com o tamanho das partículas solida;







3 NORMAS TÉCNICAS ATUALIZADAS


3.1 LAB VI
• NBR 7251 foi substituída pela NBR NM 45:2006: Agregados - Determinação da massa unitária e do volume de vazios;
• NBR 5734 foi substituída pela ABNT NBR NM ISO 2395:1997:Peneira de ensaio e ensaio de peneiramento;
• NBR 7211: Agregados para concreto – especificação.


3.2 LAB VII
• NBR 9776: Agregados - Determinação da massa específica de agregados miúdos por meio do frasco Chapman;
• NBR 7211: Agregados para concreto – especificação;
• NBR 7216 foi substituída pela NBR NM 26:2009: Agregados – Amostragem;


3.3 LAB VIII• NBR 7217 foi substituída pela ABNT NBR NM 248:2003: Agregados - Determinação da composição granulométrica;
• NBR 5734 foi substituída pela ABNT NBR NM ISO 2395:1997: Peneira de ensaio e ensaio de peneiramento;
• NBR 7211: Agregados para concreto – especificação;
• NBR 7216 foi substituída pela NBR NM 26:2009: Agregados – Amostragem;
• NBR 7219 foi substituídapela NBR NM 46:2003 : Agregados - Determinação do material fino que passa através da peneira 75 um, por lavagem.





4 EQUIPAMENTOS UTILIZADOS



4.1 LAB VI
• Balança com limite de erro de aproximadamente 0,5% das massas a determinar;
• Recipiente paralelepipédico de material metálico com 15 dm³ de volume e 316 x 316 x 150 mm;
• Concha para lançar o material;...
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