Agente da paz

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Cultura de Paz




























XXII Congresso temático da abmp
grupo temático: Direito à educação
categoria: experiências


PROJETO AGENTE DA PAZ
COORDENAÇÃO
ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS CATARINENSES, DEPARTAMENTO DA FAMÍLIA, IDOSO, INFÂNCIA E JUVENTUDE, COMISSÃO ESTADUAL PRÓ INFÂNCIA E JUVENTUDEAutora: Juíza de Direito Sônia Maria Mazzetto Moroso, Titular da Vara da Família, Infância e Juventude da Comarca de Balneário Camboriú (SC)


PROJETO AGENTE DA PAZ


Resumo


Substituir a cultura da violência por uma cultura de paz. É o que pretende a Associação dos Magistrados Catarinenses (AMC) com o desenvolvimento do projeto “Agente da Paz”, elaborado pela ComissãoPró-Infância e Juventude da AMC, presidida pela Juíza Sônia Maria Mazzetto Moroso, em parceria com o Poder Judiciário Estadual, Poder Legislativo Estadual, Poder Executivo Estadual, Ministério Público Estadual, Universidade Estadual de Santa Catarina, Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente - e Fundação Maurício Sirotski - RBS. O objetivo principal do projeto é promover espaços dearticulação, reflexão, formação e implementação de ações voltadas para a temática da cultura da paz em todo o estado de Santa Catarina. Na ótica dos idealizadores do “Agente da Paz”, a educação para a paz implica num amplo processo participativo que busque mudar o nosso jeito de pensar, mudar nossos hábitos e promover o aprendizado da paz, da ética e da justiça.


Justificativa


OProjeto “Agente da Paz” nasceu no ano de 2005, sendo projeto piloto na Comarca de Itajaí, por iniciativa da Associação dos Magistrados Catarinenses (AMC), através da Comissão Estadual Pró-Infância e Juventude da AMC – presidida pela Juíza Sônia Maria Mazzetto Moroso –, em parceria com o Poder Judiciário Estadual, Poder Legislativo Estadual, Poder Executivo Estadual através de suas SecretariasEstaduais de Educação, Ciência e Tecnologia, de Saúde e da Segurança Pública e Defesa do Cidadão, Ministério Público Estadual, Universidade Estadual de Santa Catarina –UDESC -, Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente - e Fundação Maurício Sirotski - RBS.
A proposta foi elaborada e formatada pela Comissão Pedagógica, em etapa posterior a uma série de debates realizados com todosos inicialmente envolvidos, para definições quanto à concepção, diretrizes e metodologias para sua execução.
É importante lembrar que toda esta realidade de violências presente no cotidiano dos brasileiros vem merecendo destaque e preocupação por parte de nossas autoridades, sejam elas do poder executivo, legislativo ou judiciário. Nisso, pode-se destacar “O Pacto pela Paz”, instituído pelaONU, do qual o Brasil é signatário. A Declaração e Plano de Ação para uma Cultura de Paz, aprovada por unanimidade pela Assembléia Geral das Nações Unidas em 13 de setembro de 1999, elegeu a década 2001-2010 para dedicação integral a uma Cultura de Paz e Não-Violência às crianças do mundo, sendo obrigação dos países signatários o resgate de valores, atitudes, tradições e estilos de vida voltadospara a Paz com sua incorporação a nossa conduta diária.
O Projeto constitui-se um dos desdobramentos das campanhas em prol da paz que vêm sendo realizadas nos últimos anos em todo o mundo, em várias regiões do Brasil e em parte do Estado de Santa Catarina. Contudo, mais do que fertilizar tais campanhas – periódicas e pontuais – adota seu sentido como processo, constituído a partir e com oestabelecimento de uma rede de relações (inter) institucionais e (multi) profissionais, das esferas estatais e da sociedade civil organizada, aí envolvidos os três poderes: Executivo, Legislativo e Judiciário.
Assim perspectivado, propõe o desenvolvimento de ações parceiras para o enfrentamento da violência, nas suas diferentes manifestações que, infelizmente, permeia e perpassa a nossa...
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