Adolescente infrator

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MSN: ctlcentrodetratamento@hotmail.com - Tel.: (35) 4105 - 0303 / (35) 3623 - 3352 Ano 1 - n° 10 - Itajubá - Abril 2011 - Distribuição Gratuita - www.ctlresgatandovidas.org.br

7º Ato - Transformação
omeço a entender agora, quando já me encontro cansado, após tanta teimosia... Nem sabendo direito de onde tirei tanta resistência para não enxergar o que todos já viam. Outra tentativa infeliz deganhar um jogo que há muito estava perdido... Tentando fazer com que minhas verdades, tão confusas, fossem aceitas... Exigindo que os outros me entendessem quando nem sequer a mim eu ainda convencia. Inimigo feroz esse meu orgulho, que mantém sempre paralisada a humildade de que tanto preciso. Mas agora compreendo... Minhas forças são pequenas para tão grandes transformações. É necessárioimediatamente cessar esse esforço inútil, de tentar fazer com que os outros mudem... E também matar essa angustiante espera por compreensão... Pois sinceramente, já nada eu mesmo entendo. Tudo claro, só eu confuso. Tarefas tão cedo abandonadas pela preguiça. Frases mal colocadas, sempre alteradas pelos interesse. Problemas nunca muito bem calculados pela matemática do egoísmo. Vida sem vida, aos poucos,pelas deficiências, sendo consumida. Preso em minhas teias... Homem sem certezas, sufocado por verdades alheias. Um fraco em desespero. Só restam mesmo as mãos, para num gesto honesto, levantar aos céus. Tudo que já não me serve, agora solto. Neste momento abro mão, curvo minha coluna e peço perdão. Nem sei se por bem entender, ou pelo grande cansaço. Mas rogo humildemente por Tua ajuda, fique comminhas imperfeições... Leve o velho, e me devolva um novo. Livro dos 12 Atos - FENACAD Eyn Melo Ribeiro

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A CARIDADE COMEÇA NA FAMÍLIA O nosso trabalho na Sociedade São Vicente de Paulo nos leva a testemunhar muitas injustiças sociais e algumaschegam a nos comover profundamente. É impressionante constatar de perto a miséria em certas famílias, abandonadas à sorte pelos próprios parentes! Por que será que isso acontece? Os motivos (ou desculpas) são diversos. Quando um pai se refere ao filho que está desfrutando de boa situação financeira, diz que o 'coitado' tem os seus próprios compromissos e não pode assumir outras despesas. Quandooutro pai de família, cheio de filhos, comenta que os seus pais possuem bens noutra cidade, alega que não combinam de gênio e nunca daria certo morarem juntos. E por aí vai... De acordo com as nossas possibilidades, ajudamos os mais necessitados, independente de raça ou religião. O nosso trabalho vicentino envolve também o crescimento espiritual da família, desde que aceitem alguma orientação nessesentido. Acreditamos que com cesta básica mensal, oração, higiene, trabalho e educação, aos poucos, muitos renascem para a vida. Voltando aos elos familiares, algumas necessidades não poderiam ser supridas pelos próprios parentes? Em muitos casos, sim. Principalmente quando o sofrimento maior vem do espírito, qualquer filho ou irmão de sangue poderia estar ajudando. É triste dizer isso, mas,infelizmente, um pouco de carinho com um pouco de atenção chegam a despistar a fome ou a tristeza de muita gente. Seria mais importante para alguns pais verem um parente chegando para prestar solidariedade do que o seu alimento batendo à porta. Mesmo sabendo dessa verdade, pouco podemos fazer nesse sentido, pois outros assistidos sempre esperam o nosso socorro. O desemprego aumenta, a fome assusta e asdoenças preocupam. Enquanto não podemos atuar diretamente contra esses 'fantasmas', será que não existe alguém de nossa família esperando por carinho e atenção? Imagine algum parente seu que sofre e reflita o que Jesus Cristo gostaria de lhe pedir que fizesse por ele. Quantas mães rezam terços e terços sozinhas! Quantos pais idosos não vão mais à missa porque ninguém os leva! Quantos filhos se...
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