Administração mercadologica

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Administração Mercadológica

Questões Dissertativas

Questão 1 (0,15) ( Tema 2)

O marketing voltado para o valor consiste em focar estratégias de marketing na criação de produtos/serviços que apresentem um valor adicional para o cliente.

Então, uma empresa orientada para a criação de valor para o cliente deve seguir alguns princípios, quais são eles?

Resposta:

Princípio docliente: Coloca o cliente no centro das decisões empresariais e orienta as suas atividades a satisfazê-lo (O Cliente é o mais importante);

Princípio do concorrente: As estratégias da concorrência possuem influência importante sobre os clientes;

Princípio proativo: Deve se mudar os ambientes para melhorar as chances de sucesso quando isso for apropriado;

Princípio interfuncional: Parte da idéiade que o setor de marketing deve se relacionar com outros setores funcionais da empresa e que todos esses setores devem funcionar bem para que as atividades de marketing sejam realizadas a contento;

Princípio da melhoria contínua: Destaca que o planejamento, a execução e o controle das atividades de marketing devem ser melhorados continuamente (Qualidade Total);

Princípio do stakeholder:Destaca que mesmo no marketing voltado ao cliente, as organizações não podem ignorar as suas relações com seus stakeholders – grupos de interesse à organização, ou seja, qualquer pessoa ou entidade que afeta ou é afetada pelas ações da empresa.

Questão 2. (0,15) (Tema 3)

Leia o texto abaixo:
Heineken tomou uma Kaiser antes
Com a compra da Femsa, grupo holandês assume o difícil desafio derecuperar marcas como Kaiser e Bavária no mercado brasileiro
Revista Istoé Dinheiro:
Fonte:acesso em 13.07.2011. Adriana Mattos
Jean-François van Boxmeer, CEO mundial da Heineken, passou a virada do ano em um resort nas Ilhas Maurício. Mas ele pouco aproveitou as praias paradisíacas do Oceano Índico. Boxmeer dormiu com o telefone celular embaixo do travesseiro e o notebook ao lado da cama.Acompanhou, detalhe a detalhe, o final das conversas em torno da aquisição, por US$ 7,6 bilhões, das operações da cervejaria Femsa no México e Brasil. O executivo, que há anos tenta revigorar a imagem da Heineken no mundo, tinha o sinal verde da dona e herdeira da cervejaria, Charlene de Carvalho Heineken, umas das 100 mulheres mais ricas do planeta, para fazer o que fosse preciso para concretizar onegócio. Com o acordo fechado na semana passada, os holandeses vão desembolsar US$ 5,5 bilhões para adquirir as ações da Femsa, além de assumir os US$ 2,1 bilhões em dívidas da mexicana. Fechada em apenas 90 dias de conversas, a aquisição pode ajudar o grupo a recuperar o tempo perdido, após anos ignorando a expansão do setor nos mercados emergentes. Por tabela, uma tarefa inglória recairá sobre aHeineken: a recuperação das vendas e da imagem de marcas que fazem parte do portfólio da Femsa no Brasil. No pacote da compra da mexicana, vieram Kaiser, Sol, Bavária e Xingu – produtos que, nos últimos anos, perderam participação de mercado e sofreram com a rejeição dos consumidores.

O negócio reacende a expectativa de uma nova estratégia para essas marcas no Brasil. Os holandeses donos daHeineken, porém, não revelam quais são os seus planos para recuperá-las. “A Heineken pagou pelo negócio no México, onde a Femsa é muito forte. No Brasil, a operação ainda tem problemas”, diz um analista de banco de investimento estrangeiro. Ao se analisar os bastidores do negócio, fica fácil entender. A SAB Miller teria desistido da disputa pela Femsa por causa do fraco desempenho das cervejas da Femsa noBrasil. “Eles não viam recuperação possível para as marcas brasileiras. Além disso, acreditavam que o trabalho de distribuição da Coca-Cola para as cervejas poderia ser melhor do que é”, afirmou à Reuters uma fonte próxima à SAB. “Após a desistência da SABMiller, passamos a pensar se a compra da operação brasileira faria sentido mesmo”, afirma Matthew Webb, da corretora Cazenove. A Femsa saiu...
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