Adm-historia da riqueza do homen

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História da Riqueza do Homem - Leo Huberman [RESENHA]
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A presente resenha visa como um todo fazer a analise da segunda parte da obra de Leo Huberman, A Historia da Riqueza do Homem. Nela esta contida de forma sucinta como se tem o desenvolvimento do sistema capitalista, onde anteriormente na mesma obra esteve presente o desenvolvimento dosistema feudal. Onde nos é mostrada de forma clara e real as transformações sofridas pela sociedade num todo a partir das mudanças econômicas, mostrando assim como uma sistema de negócios pode diretamente alterar a vida do homem.

Do capitalismo ao...
Leo Huberman foi chefe do Departamento de Ciências Socias do New College, da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos. Jornalista militante,escreveu numerosos artigos, aparecidos em sua quase totalidade na Monthly Review, publicação de prestígio internacional. Analisemos agora então sua obra.

Huberman, na segunda parte de, A Historia da Riqueza do Homem, trará a tona todo o processo histórico que se da com a evolução do capitalismo, da qual a intitula de: "Do capitalismo ao...?" Nos deixando uma pergunta em aberto, pressupondo aidéia de onde o capitalismo irá parar diante de sua ganância, suas crises, seus altos e baixos.

Ao iniciar o décimo quarto capitulo, o autor trás outra pergunta ao invés de afirmativa: De onde vem o dinheiro? Neste capitulo é exposto como se tem a acumulação capitalista, no qual nos mostra que, quando o dinheiro é empregado num empreendimento que dele se obtém lucro, este se transforma emcapital.

Salientando ainda que na produção capitalista, os capitalistas são os detentores dos meios de produção, enquanto o trabalhador é privado destes meios e se torna obrigado a vender sua força de trabalho para se manter.

Mas uma pergunta não quer calar: Qual a origem do dinheiro? Somos levados a analisar as relações de comercio existentes antes da idade capitalista, na qual se tinha arelação metrópole/colônia, de onde o lucro era obtido através da escravidão, pirataria, saques e da exacerbada exploração de mão de obra. Bem como na conquista do oriente e na transformação da África, período que podemos analisar, assim como Marx, de aurora da produção capitalista.

A partir do século XVI, a historia nos mostra esta busca pelo lucro. No séc. XVII vemos que a Holanda acumula odinheiro necessário para se tornar a principal nação capitalista.

O capital se acumula, mas era necessário algo alem desta acumulação, era necessário uma oferta de trabalho adequada, para satisfazer este capital enquanto empreendimento. Pois, um homem só trabalha para outro quando era obrigado, e os homens até então tinham suas terras e não se viam obrigados a prestarem seus serviços a outros. Entãoquando se teve no séc. XVI o fechamento das terras e a elevação dos arrendamentos, esses camponeses passaram a ser expulsos e se transformaram em trabalhadores sem terra. Estes trabalhadores, então, tiveram de se prontificar a ir para as industrias como assalariados. O sistema fabril passa a produzir então em grande escala, diminuindo assim ou quase extinguido os trabalhos manuais.

Com estenovo sistema eclodindo os valores passam a se modificar, num mundo dominado por comerciantes, fabricantes e banqueiros, as normas passam as ser outras, os valores do trabalho tomam novos sentidos, os trabalhadores tem que economizar, tem que investir. A religião também passa por modificações, num período pelo qual a própria igreja católica, sente seu poder aferido, pela Reforma protestante,...
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