Acupuntura

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INTRODUÇÂO

A arnica montana, popularmente conhecida como Arnica, é uma planta herbácea da família das compostas, nativa das regiões montanhosas da Europa. O primeiro registro escrito sobre os poderes curativos desta planta apareceu na Alemanha no século XII, com Santa Goetting, preconizando o seu emprego em ferimentos. No início do século XVIII a arnica estava consagrada pela medicinaoficial e era empregada em toda a Europa. Posteriormente o interesse pela Arnica Montana aumentou, quando se soube que as forças armadas alemãs e russas, a utilizavam para curar feridas produzidas durante a Segunda Guerra Mundial (Teske, Trentini, 1997; Mclvor, 1973).
Quanto a origem do nome Arnica, as opiniões são conflitantes. Segundo Nesi (1989), certos autores acreditam na origem gregaarrheniké, que significa “másculo” – uma referência aos fortes poderes curativos; outros à palavra em grego arnakis que significa “pêlo de carneiro” – associação da textura aveludada das folhas , finalmente que o termo derive de ptarnica, que significa “espirradeira” – alusão ao espirros provocados em pessoas sensíveis.
A arnica possui em sua fitoquimica apresenta a segunte composição:lactônas sesquiterpênica (helenalina, arnicolide e diidrohelenalina), ácidos graxos (acético, isobutírico, 2_metilbutírico, metacrilico), flavonóides (isoquercetina, luteolína_7_glicosídeo, astragalina), óleos fixos (ácido oléico, ácido laúrico, ácido palmitico), ácidos diversos (fórmico, caféico, angélico e málico), triterpeno (arnidol, pradiol, arnisterina), derivados do ácidocinâmico (ácido clorogênico), alcoóis (arnidiol, arnilenediol, isoarnilenediol) óleos essenciais, xantofiloposideos, carotenóides, ceras, poliacetilenos, resinas, taninos, cumarinas, inulina, arnicina, fitosterina, e alcalóides arnicaína (Teske, Trentini, 1997; Bucay, 1995; Bisset, 1994; Oliveira, Akisue 1989).
A medicina morderna como temos acompanhado durante sua trajetoria, esta bemdesenvolvida no mundo inteiro, mas no inicio da década dos anos 90 a Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgou um dado que cerca 65 – 80% da população de países em desenvolvimentos eram dependentes de plantas medicinais para o cuidado básico de saúde. O uso de plantas medicinais é uma das formas mais antigas da prática medicinal sendo que no Brasil as plantas medicinais da flora nativa necessitam deestudos sobre a comporvação de suas propriedades farmacológicas, considerando que sua utilização esta fortemente ligada a uso popular e a propagandas exibidas (Veiga Junior; Pinto, 2005).
Muitas plantas medicinais vêm ganhando aceitação por parte dos profissionais da área da cosmetica e seus consumidores. O uso de extratos vegetais. A utilização de extratos vegetais em produtos paraa cosmetologia tem sido cada vez mais fonte de pesquisas e formulações. Mas é preciso ter cautele e realizar bons estudos para garantir a eficácia e a alta qualidade do produto (Chorilli et al, 2004).
A OMS define como planta medicianal como “todo e qualquer vegetal que possui, em um ou mais orgãos, substâncias que podem ser utilizadas com fins terapêuticos, ou sejam precursores defármacos semi – sintéticos (Veiga Junior; Pinto, 2005).
Segundo a Vigilância Sanitária , portaria nº 6 /MS/SNVS, de 31 de janeiro de 1995, fitoterápico é “ todo medicamentos tecnicamente obtido e elaborado, empregando – se exclusivamente matérias – primas ativas vegetais com finalidade profilática, curativa, ou para fins de diagnóstico, com benefícios para o usuário. È caracterizado peloconhecimento da eficácia e dos riscos do seu uso, assim como a sua reprodutibilidade e constância de qualidade: é o produto final acabado, embalado e rotulado (ANVISA, 2005).
Sua utilização pode ser através de:

Tintura: 20g de flores em 100 mL de álcool 60º. Diluir em 500mL de água.


Tintura a 10%: 10 gotas diluídas em água, 2 a 3 vezes ao dia nas contusões.

• Infuso:...
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