Acidente vascular encefalico

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 6 (1452 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 9 de novembro de 2012
Ler documento completo
Amostra do texto
ESTUDO DE CASO ( HISTÓRIA )

O aposentado Miguel Firmino, 74 anos, fumante há 10 anos, estudou até a 4ª série do 1º grau, dedica sua vida à pregação do evangelho pelas ruas da cidade de Campina Grande (PB). Diariamente ele veste seu terno, coloca a gravata e, com sua Bíblia debaixo do braço, sai pelas ruas da cidade para pregar, orar e aconselhar as pessoas. Porém no final da tarde de hoje,sua filha procurou o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) após Miguel apresentar episódio de convulsão, que já havia cessado. Ao exame físico Miguel apresentava: obnubilação, alteração da marcha, hemiparesia, exibe hemianopsia homônima, possui perceptível desvio da boca para o lado direito e disartria. É admitido com uma história médica pregressa de hipertensão e gota. Verificado sinaisvitais: T=36.9,TA=160x80 mmhg, P=100,R=17 ipm.


FASE PRÉ HOSPITALAR





POSSÍVEIS MANIFESTAÇÕES CLÍNICAS DE UM PACIENTE QUE É VITIMA DO ACIDENTE VASCULAR ISQUÊMICO

• Dormência ou fraqueza da face, braço ou perna principalmente em um lado do corpo ( hemiplegia ou hemiparesia)
• Confusão ou alteração no estado mental.
• Problema em proferir palavras ou compreender a fala.
•Distúrbios visuais (Visão dupla ou Perda da metade do campo visual)
• Dificuldade em caminhar, tonteira ou perda do equilíbrio ou coordenação.
• Cefaleia intensa súbita.


Relatório de cuidado : FASE INTRA-HOSPITALAR

PROCESSO DE ENFERMAGEM : O PACIENTE QUE SE RECUPERA DE UM ACIENDENTE VASCULAR ISQUÊMICO.

A Fase aguda de um acidente vascular cerebral isquêmico pode durar de 1 a 3 dias, poréma monitorizarão contínua de todos os sistemas corporais é essencial enquanto o paciente exigir de cuidados. O paciente que sofreu um acidente vascular cerebral está em risco de múltiplas complicações, inclusive o descondicionamento e outros problemas musculoesqueléticos, dificuldades de deglutição, disfunção intestinal e vesical, incapacidade para realizar o seu próprio autocuidado, podendo causaroutros danos secundários como a ruptura da pele através das úlceras por pressão. (SMELTZER E BARE, 2009)
HISTÓRICO
Durante a fase aguda, (fase intra-hospitalar) assim que o cliente chega a equipe de enfermagem deve atentar para os testes, e intervenções que possam ter diagnóstico dia-a-dia de como o paciente se encontra neurologicamente. E atentar para o que o Enfermeiro (a) vai constatar aorealizar o exame físico do cliente principalmente nos fatores de respostas motoras e neurológicas. Um fluxograma neurológico é mantido para fornecer os dados a respeito das seguintes medidas do estado clinico do paciente. (DOENGES M. 2009):
 Avaliar no nível de consciência ou responsividade conforme evidenciado pelo movimento, resistência ás mudanças de posição e resposta á estimulação; orientaçãoquanto a tempo, espaço e pessoa.
 Coloração da face e membros; temperaturas e umidade da pele.
 Qualidade e frequência de pulso e respiração, valores gasométricos, quando houver indicação, temperatura corporal e pressão arterial. ( O enfermeiro deve estar sempre atento á todos esses valores).
 Capacidade de deglutir, falar, formar palavras.
 Volume de líquidos ingeridos ou administrados;volume de urina excretado a cada 24horas.
 Presença ou ausência de movimentos voluntários ou involuntários dos membros; tônus muscular; postura corporal; e posição da cabeça.
Nota: O enfermeiro (a) deverá sempre observar se o próprio paciente é capaz de seguir as posições que deseja sem ajuda de outra pessoa.
 Abertura do olho, tamanho comparativo das pupilas e reações pupilares á luz eposição ocular.
 Presença de sangramento.

Depois da fase aguda, a enfermeira avalia o estado mental (memória, espectro de atenção) percepção, orientação, afeto, fala/linguagem, sensação/percepção ( usualmente o paciente apresenta consciência diminuída da dor e temperatura). Controle motor é o que mais é afetado. Inclusive a tolerância de capacidade intestinal e vesical. (SMELTZER E BARE, 2009)....
tracking img