Aborto

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A legalização do aborto no Brasil: amar ou odiar


[pic][pic]Por: ALEXANDRO JERONIMO SANTOS ROCHACom a visita de Sua Santidade o Papa Bento XVI, encetou-se uma discussão que a muito vem dividindo as opiniões na sociedade brasileira: A legalização do aborto.
As opiniões são divididas: de umlado, grupos que apóiam a vontade e a decisão da mulher de escolher o que fazer com o seu corpo, grupo esse, representado pelos movimentos feministas. De outro lado, grupos religiosos que condenam àprática abortiva, garantindo o DIREITO à vida para os nascituros.

Na semana anterior a visita papal, essas discussões se acirraram com as declarações do ministro da saúde José Gomes temporão e daSecretária de política para as mulheres Nilcéia Freire, que defenderam a legalização do aborto por se tratar de saúde pública devido ao crescente número de abortos clandestinos no Brasil.




Asdeclarações do ministro da Saúde e do próprio Presidente Luis Ignácio Lula da Silva, que afirmou que pessoalmente é contra o aborto, mas tem de tratar a questão como um estadista, causou um distanciamento aindamaior do governo com a cúpula da Igreja católica no Brasil, levando os Bispos da CNBB a acirrarem o discurso contra o governo. Aliás, foi promessa de campanha do Presidente que não abordaria essesassuntos polêmicos na agenda nacional.

Sabemos que no Brasil o aborto é crime e só tem exceções para os casos de estupro e risco de vida/saúde da mulher.




Em 2004, o ministro do SupremoTribunal Federal Marco Aurélio Mello, liminarmente, criou mais uma exceção, no caso dos fetos anencéfalos. Tal decisão foi revogada pelo plenário da Suprema corte pressionado pelos grupos religiosos demaneira geral. Aliás, a Suprema Corte brasileira não poderia tomar decisão diferente, visto que, uma decisão de tamanha importância não poderia ter sido tomada sem consulta popular como defendem...
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