Abertura de empresa

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No inicio de 1948, a comissão profissional da clinica tavistock pediu-me para aceitar grupos terapêuticos, empregando minha própria técnica. Na verdade, a única cura de que eu podia falar com certeza achava-se relacionada com um sintoma relativamente de menor importância, meu próprio, a crença de que os grupos pudessem aceitar gentilmente meus esforços. Apesar de tudo, acordei e, assim, no devidotempo, encontrei-me sentado numa sala com mais 8 ou 9 pessoas, as vezes mais, as vezes menos, as vezes paciente, as vezes não. Quando membros não eram pacientes, frequentemente encontrei-me numa perplexidade peculiar. Descreverei o que acontece.
Na hora marcada, os membros dos grupos começam a chegar; cai um silencio sobre o grupo. Torna-se para mim que sou um certo sentido, o foco da atenção dogrupo. Alem disso, dou-me conta de ser desconfortavelmente que se espera que eu faça alguma coisa.
A ponto que e difícil para o grupo admitir que esta poderia ser minha maneira de aceitar grupos ou mesmo que me deveria ser permitidos aceita-los de tal modo. Enquanto espero que o grupo se firme em seu novo curso, por ser útil tentar oferecer ao leitor alguma explicação de meu comportamento, quepode, a esta altura, intriga-lo tanto quanto intriga o grupo. Naturalmente, eu não sonharia isso num grupo, mas o leitor acha-se numa posição diferente da do homem ou da mulher que tem muito mais provas porque guiar-se que a palavra escrita. Diversas perguntas podem ter ocorrido ao leitor. Poderá pensar que minha atitude para com o grupo e artificialmente ingênua e certamente egoísta. Por quedeveria um grupo se incomodar em discutir assuntos irrelevantes tais como a personalidade, historia, carreira, etc., de um só individuo?
A primeira coisa a nos impressionar e a melhoria que se realizou na atmosfera. O Sr. X., que tem uma personalidade simpática, tomou conta do grupo e já esta adotando mediadas para reparar a deplorável situação criada por mim. Mas dei uma impressão equivocada separeci sugerir que podemos olhar este grupo com isenção, por que o Sr. X., que esta ansioso pelo bem-estar do grupo, muito corretamente volta sua atenção para a fonte da dificuldade, que, segundo seu ponto de vista, sou eu mesmo.
Na tensa atmosfera que prevalece, meus próprios pensamentos não são inteiramente tranquilizadores. Para não dizer mais nada, tenho recentes lembranças de um grupo em queminha exclusão foi abertamente defendida, e, alem disso, é-me bastante comum experimentar uma situação em que o grupo, embora não dizendo nada, simplesmente ignora a minha presença e me exclui da discussão, tão efetivamente como se eu não estivesse lá. Em algumas ocasiões dessa espécie de crise, a reação assumiu a forma mais suave de sugestões de que eu já me havia excluído do grupo e que tornavaas coisas mais difíceis por não participar.
Com isto em vista, digo que penso que minhas interpretações estão perturbando o grupo. Alem disso, que o grupo as interpreta com uma revelação da natureza de minha personalidade. Não a duvida de que estão sendo feitas tentativas de considerar que são, de alguma maneira, descritivas da vida mental do grupo, mas tais tentativas são obscurecidas pelasuspeita de que minhas interpretações, quando interpretadas, arrojam mais luz sobre mim mesmo que sobre qualquer outra coisa e que o que e então revelado acha-se acentuado contraste comas expectativas que os membros do grupo tinham, antes de chegar aqui. Isso, penso, deve ser muito perturbador, mas, inteiramente a parte de qualquer questão deste tipo, temos de reconhecer que talvez os membros do grupopresumam muito facilmente que o rotulo de uma caixa e uma boa descrição de seu conteúdo.
Temos de reconhecer agora que uma crise foi atingida, crise na qual os membros bem pode haver descoberto que a filiação a um grupo de que sou membro acontece ser uma experiência que eles não gostariam de ter. Dessa maneira, temos de enfrentar francamente o fato de que membros do nosso grupo podem precisar...
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