2050

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  • Publicado : 2 de outubro de 2012
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ALUNO: LEONIDAS ANDRADE DA PAIXÃO
RESENHA COMO SERÁ O AMANHA

Com 9 bilhões de pessoas habitando o planeta, a vida em 2050 certamente será muito diferente daquela que conhecemos.

O número de mortes prematuras devido à exposição a partículas poluentes em todo o mundo será mais do dobro em 2050, atingindo os 3,6 milhões, principalmente na China e na Índia",

Com as mudanças climáticas, umaquantidade substancialmente maior de pessoas viverá em áreas de risco de malária, mas o estudo prevê um decréscimo da mortalidade associada a esta doença.
Ainda assim, estima-se que África registará 400 mil mortes por malária em 2050.

Acho que em 2050, a biodiversidade terrestre se reduza em 10 por cento, as florestas primárias deverão encolher 13 por cento e as espécies de água doce, cujas cerca deum terço já se perdeu, deverão manter o ritmo de desaparecimento, particularmente em África, na América Latina e em algumas parte da Ásia.

O estudo projeta ainda que mais de 40 por cento da população mundial viva em zonas com escassez de água, especialmente no norte e no sul de África e Ásia central e do sul.
Com uma economia mundial quatro vezes maior do que atualmente, o estudo estima 80 porcento mais de uso de energia em 2050, sendo que as fontes energéticas não serão muito diferentes de hoje: 85 por cento de uso de combustíveis fósseis e 10 por cento de energias renováveis, incluindo os biocombustíveis.
As economias emergentes do Brasil, Rússia, Índia, Indonésia, China e África do Sul (BRIICS) serão os maiores consumidores de energia, devendo aumentar a sua dependência decombustíveis fósseis.

Em 2050 a população na terra deverá atingir os nove mil milhões, sendo atualmente sete mil milhões.

2050 será um ano muito diferente... Carros andando em estradas de terra? Nada disso! Bicicleta? Sem chance! Prédios pequenos? Pode desistir! Se tudo isso estará tão diferente, por que o jornal também não pode ficar?

Tudo indica que, em 2050, os jornais serão lidos apenas em"tablets" e computadores, que serão mais acessíveis à população, contribuindo para a diminuição do consumo de papel e preservação do meio ambiente. A compra dos jornais será feita apenas pela internet, nossa maior fonte de acessibilidade.

Os assuntos abordados serão os de sempre, contudo, com mais enfoque na sustentabilidade e na vida no planeta, que precisará de muito cuidado nesses anos tão modernose diferentes.Nada impede, entretanto, que haja um retrocesso, pois se compara ao papel, que nos traz uma sensação tão boa e tradicional. O certo é que os jornais de 2050 serão mais sustentáveis e continuarão sendo a forma mais simples e direta de se conhecer o mundo em que vivemos.

Em 2050, o número de pessoas com mais de 65 anos nos atuais países desenvolvidos será igual ao de trabalhadores,segundo a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE). E, para que a Previdência não entre em colapso, a idade média para se aposentar vai subir para a casa dos 85 anos. Mas essa notícia não deveria assustá-lo tanto. Quando essa pessoa se aposentar em 2050, sua saúde será incrivelmente superior as de hoje.

Injeções periódicas de células-tronco vão melhorar a manutenção dascélulas do corpo e reduzir o número de doenças a que o organismo desgastado está sujeito. Isso para não falar nos nanorrobôs, que prometem, por exemplo, desobstruir artérias (o que reduziria a incidência de derrames) e atacar micro-organismos patogênicos. Também é muito provável que já em 20 anos sejamos capazes de criar órgãos humanos em laboratório - e aquele rim bagunçado poderá ser facilmentesubstituído.

Embora a natalidade também vá diminuir muito, não será o suficiente para evitar que o mundo alcance 9 bilhões de habitantes - a enorme maioria deles nos atuais países em desenvolvimento. A Índia chegará a 1,6 bilhão - a maior população do mundo - e a Nigéria terá ultrapassado o Brasil já em 2030, enquanto a Itália e a Alemanha terão menos e menos gente. Só que a população não vai...
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