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1185 palavras 5 páginas
Paulo Freire em “Pedagogia do Oprimido” descreveu um novo modelo de educação que, ao contrário do vigente, tem no diálogo sua característica dominante.Quatro são as principais abordagens do autor: na primeira o autor explica o objetivo do livro que é o de apresentar a situação oprimido/opressor, a segunda descreve o contra o propósito de informações, ou seja, a pedagogia bancária, por não considerar o conhecimento e cultura dos educados., a terceira parte apresenta um modelo novo de educação baseado na dialogicidade usada como instrumento de libertação e transformação e a quarta parte confronta o modelo dialógico com seu antagônico freire Acredita que deve ser respeitar a linguagem, a cultura e a história de vida dos alunos, de forma que os conteúdos não fujam da realidade dos mesmos.Para isso tem por base o dialogo libertário, pois mesmo as pessoas não alfabetizadas tem cultura e quando o educador consegue fazer ponte entre a cultura dos alunos, estabelece-se o diálogo para que novos conhecimentos sejam adquiridos.Destaca ainda que a “A LEITURA DO MUNDO PRECEDE A LEITURA DA PALAVRA”, pois é a partir da leitura do mundo que cada educando constrói novos conhecimentos, sobre leitura, escrita, cálculos, etc.A “Educação Bancária”Freire aponta que esse método educacional, que ensina a ouvir e não a falar - onde o professor apenas deposita conhecimento na cabeça dos alunos -, como sendo uma das principais e primeiras formas de se oprimirA obra problematiza a pedagogia do homem ao contrário da pedagogia que parte dos interesses individuais, egoístas e opressores, aparece a pedagogia libertária, possível através da união entre teoria e pratica, onde a liderança revolucionária estabelece uma relação dialógica fazendo com que educador e educando ensinem e aprendam juntos. Diálogo é o fator essencial para construir seres críticos. Ele é contrário a teoria anti-dialógica que é caracterizada das elites dominadoras.A divisão da classe popular é importante para a classe

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