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Desenvolvimento histórico das práticas de saúde e de enfermagem

1. AS PRÁTICAS DE SAÚDE INSTINTIVAS

OS Nômades primitivos, constantemente em busca de alimentos e de proteção contra as intempéries, que quer dizer (que é as condições climáticas ação do tempo, dos desgastes da vento forte, temporal, seca, calor, nevasca, chuva, sol etc...) só se estabeleceram em áreas permanentes após aprenderem a cultivar aterra, fazendo produtiva para seu próprio consumo.
De uma forma instintiva, sem um raciocínio lógico, ingeriam ervas e mastigavam folhas, quando afligidos por dores abdominais. Também de forma instintiva procuravam aliviar as "dores" emocionais.
Caracteriza a prática do cuidar nos grupos nômades primitivos, tendo como pano-de-fundo as concepções evolucionista e teológica. Neste período as práticas de saúde, propriamente ditas, num primeiro estágio da civilização, consistiam em ações que garantiam ao homem a manutenção da sua sobrevivência estando na sua origem, associadas ao trabalho feminino. Com o evoluir dos tempos, constatando que o conhecimento dos meios de cura resultava em poder, o homem, aliando este conhecimento ao misticismo, fortaleceu tal poder e apoderou-se dele. Observa-se que a Enfermagem está em sua natureza intimamente relacionada ao cuidar das sociedades primitivas.

2. AS PRÁTICAS DE SAÚDE MÁGICO-SACERDOTAIS

Aborda a relação mística entre as práticas religiosas e as práticas de saúde primitivas desenvolvidas pelos sacerdotes nos templos. Este período corresponde à fase de empirismo, verificada antes do surgimento da especulação filosófica que ocorre por volta do século V a.C. Essa prática permanece por muitos séculos desenvolvidos nos templos que, a princípio, foram simultaneamente santuários e escolas, onde os conceitos primitivos de saúde eram ensinados. A religião corresponde ás necessidades individuais de sobrevivência do povo que almeja a felicidade material, a saúde do corpo e a imortalidade da alma.
A percepção

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