1.Selecione um paragrafo do texto que sintetize o argumento de que o conhecimento é uma das características essencialmente humana.

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  • Publicado : 22 de agosto de 2012
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QUESTÃO 01. Mas, se é o pensamento simbólico uma das principais características da humanidade, os modelos de conhecimento que o homem desenvolveu não foram sempre os mesmos. Dependendo de fatores sociais, da tradição, da influência de outros grupos, da maior ou menor resistência da cultura, os povos desenvolvem diferentes formas de explicação a respeito da vida e da natureza.
QUESTÃO 02. Doséculo XV à atualidade, período em que o entendimento da vida social passou do senso comum à filosofia e desta à ciência, uma longa historia do pensamento se desenvolveu. Como na formação das demais áreas do conhecimento cientifico, estabeleceuse o debate constante entre pensadores e as principais teorias explicativas da sociedade, exigindo aprofundamento, experimentação, desenvolvimento metodológico ecomprovação. Por outro lado os animais, não se desenvolveram em um contexto social, pois eles continuam, ainda, nos próprios padrões de hierarquia social.
QUESTÃO 03. Nossa capacidade de criar sistemas de símbolos que constituem as linguagens, por meio das quais somos capazes de nos comunicar, transmitindo aos outros o legado de nossa experiência de vida, compartilhando os sentidos que a elaatribuímos.
QUESTÃO 04. Sabe-s hoje que os egípcios tinham grandes conhecimentos da geometria, desenvolvidos a partir da necessidade de estabelecer um limite das propriedades agrárias que desapareciam nas cheias anuais do Rio Nilo, impossibilitando a cobrança de impostos. O conhecimento assim adquirido foi aplicado depois com grande êxito, nas construções arquitetônicas, tornando-se mais tarde, abase do pensamento geométrico pitagórico.
QUESTÃO 05. No Ocidente, durante a Antiguidade, predominou o pensamento mítico e religioso que concebia o mundo com tudo que o rodeia como uma obra divina submetida aos desígnios do criador. Os egípcios tinham grandes conhecimentos da geometria, desenvolvidos a partir da necessidade de estabelecer os limites das propriedades agrárias que desapareciam nascheias do Rio Nilo, impossibilitando a cobrança dos impostos. O conhecimento assim adquirido foi aplicado, depois, com grande êxito, nas construções arquitetônicas, tornando-se, mais tarde, a base do pensamento pitagórico. Menos preocupados com a religião e a vida após a morte, os gregos foram os precursores de uma forma de pensar à qual se deu o nome de ciência, uma atividade com objetivospróprios, eminentemente cognitivos. Enquanto a sociedade comercial e manufatureira desenvolvida pelos gregos perdurou ao longo do Império Romano, a razão esteve a serviço do homem e da sociedade. Porém, após a queda do Império, quando a Europa volta a ser uma sociedade volta a ser uma sociedade predominantemente agrária e teocrática, que submete a razão e a filosofia à teologia, a razão deixa de oferecera melhor explicação para se entender o mundo. Durante a Idade Média, período de hegemonia da Igreja Católica no Ocidente, a racionalidade passou a ser considerada como mero instrumento auxiliar da fé. No Renascimento, entretanto, o homem ocidental redescobre os textos antigos e o prazer de investigar o mundo, destinado à descoberta das leis que regem a relação dos homens entre si e com arealidade que o rodeia. Aprimoraram-se as técnicas e os utensílios de medição, desenvolveram-se as universidades e demais instituições cientificas, e tanto a imprensa como os demais meios de comunicação espalharam o conhecimento a um número crescente de pessoas. Foi em meio a esse movimento de ideias que surgiu, no século XIX, nasce uma nova ciência: a sociologia. Necessária para entender as bases da vidasocial humana e da organização da sociedade, por meio de um modelo de pensamento que permitisse a observação. Portanto, o aparecimento da sociologia significou que questões concernentes às relações entre os homens deixavam de ser objetos das crenças religiosas e do senso comum, passando a interessar também aos cientistas. Do século XV à atualidade, período em que o entendimento da vida social...
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