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FACULDADE DE TECNOLOGIA TECBRASIL
















DÍVIDA INTERNA E EXTERNA





EWERTON JACUBOWSKI
MARINA PRETTO LORENZIMARIANA GUIMARAES
KAROLINE CAMPAGNOLLO
SILVANA ANDRADE FERREIRA
















CAXIAS DO SUL

2012

EWERTON JACUBOWSKI
MARINA PRETTO LORENZI
MARIANA GUIMARAES
KAROLINE CAMPAGNOLLO
SILVANA ANDRADE FERREIRA






DÍVIDA INTERNAE EXTERNA














Trabalho sobre Dívida Interna e Externa á
Disciplina de Economia e mercado da Faculdade de Tecnologia FTEC de Caxias do Sul.
Professora: Andreia Morello












Caxias do Sul

2012


Introdução:
A dívida interna temtrês origens: as despesas do governo no atendimento de suas funções típicas, quais sejam, os gastos de saúde, educação, segurança, investimentos diversos em infra-estruturar, etc. Quando esses gastos são maiores que as arrecadações tributárias, o que é recorrente no Brasil cria-se um déficit operacional que, como acontece em qualquer empresa ou família, terá que ser coberto por empréstimos, osquais o governo toma junto aos bancos, já que esta proibido, constitucionalmente de emitir dinheiro para cobrir déficits fiscais , como era feito no passado.
Dívida externa é o montante de débitos que um país possui, provenientes de empréstimos feitos no exterior. Estes empréstimos são feitos com bancos estrangeiros, governos de outros países ou instituições financeiras internacionais (FundoMonetário Internacional e Banco Mundial).
Este trabalho tem por objetivo, mostrar como se formou e o que a é divida interna e externa no Brasil.



















Dívida Interna
A segunda origem são os gastos com os juros da dívida. Sendo isso muito elevado no Brasil, paga-se um montante muito alto com juros e os que não são pagos é capitalizado, aumentando ainda mais o montanteda dívida.
A terceira causa decorre da política monetária e cambial do governo: para atrair capitais externos ou mesmo para vender os títulos da dívida pública, o governo paga altas taxas de juros, bem maior do que paga no exterior e com isso, o giro da dívida também fica muito alto.
A gestão das finanças e um governo assemelham-se, em grande parte, a de uma família. Exemplo: quando uma famíliafaz um empréstimo para comprar uma casa para sua moradia, desde que as prestações mensais caibam no orçamento familiar, é visto como uma atitude sensata. Além de usufruir do conforto e segurança de uma casa própria, o que é um sonho de toda família, depois de quitado o empréstimo restará o imóvel. No entanto, se uma família perdulária usa o dinheiro do cheque especial para fazer uma festa, porexemplo, está como se diz na linguagem popular, almoçando o jantar. Passado o momento de euforia, além de boas lembranças, só vai ficar dívidas, e muito pesadelo, nada mais.
No caso, o Brasil está mais assemelhado ao da família perdulária: gastamos demais, irresponsavelmente, e entramos no cheque especial. Estamos pagando caro por isso. Como o governo não está conseguindo pagar a dívida no seuvencimento, e nem mesmo os juros, ao recorrer os bancos para refinanciar seus papagaios, está tendo de pagar um "spread"(diferença entre a taxa básica de juros, Celic, e os juros efetivamente pagos), cada vez mais alto. E isso, além de aumentar os encargos da dívida, é um entrave para a queda dos juros, por parte do Banco Central.
O governo tornou-se refém dos bancos: precisa de dinheiro para rodar...
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