07 Tempo de reparaYYo tecidual cutYnea em estrias pYs tratamento estYtico

10748 palavras 43 páginas
Tempo de reparação tecidual cutânea em estrias pós-tratamento estético Jaqueline Cândida Siqueira
E-mail: Jaqueline_csiqueira@hotmail.com
Pós-Graduação em Dermato-Funcional – Faculdade Ávila

RESUMO
Estrias são apontadas como problemas estéticos que atingem grande parte da população e que, em síntese, são consideradas lesões ou cicatrizes de ordem multifatorial. Existem vários tratamentos indicados que prometem a recuperação estética da pele estriada. Cada tratamento, por sua vez, possui recomendações específicas para aplicação entre uma sessão e outra, tempo considerado como ideal para que haja a correspondente reparação tecidual. O interesse maior dessa pesquisa deriva da constatação de que, para o tratamento de estrias, várias técnicas são apontadas na literatura, inclusive determinando padrões de procedimentos e combinações associadas. No entanto, não se identificam trabalhos que abordem sobre o tempo de reparação tecidual necessário para que o plano de tratamento surta o efeito esperado. Nesse sentido, o objetivo geral da pesquisa foi de relacionar o mecanismo envolvido e as etapas de recuperação tecidual derivadas de pós-tratamento estético de estrias. Para o alcance desse objetivo, o percurso metodológico envolveu a utilização da técnica bibliográfica, em que se fez uso de elementos literários extraídos de fontes secundárias editoradas, bem como de trabalhos científicos disponíveis ao domínio público, no acervo eletrônico de várias revistas especializadas em estética dermato-funcional e correlatas. O resultado é evidenciado na forma de discussão e apresentação de quadroresumo sugestivo de tempos necessários para a reparação tecidual entre os tratamentos mais aplicados. Palavras-chaves: Estrias. Tratamento Estético. Reparação Tecidual.
1. Introdução
Estrias são consideradas distúrbios do tecido conjuntivo, com incidência em ambos os gêneros, e que se localizam, preferencialmente, no abdômen, mamas, coxas, face lateral dos quadris e nádegas (RODRIGUES, 2004).

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