Ética vs fair play

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http://blog.carlosserrao.net/2007/10/tecnologia-ao-servio-do-desporto/

:
Tecnologia ao Serviço do Desporto
Oct 2nd, 2007
by Carlos Serrao.
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Fala-se hoje muito sobre a “verdade desportiva”. Especialmente no futebol. Isto tem vindo a ser falado com maior frequência nos últimos tempos, depois de erros flagrantes de arbitragem em recentes jogos de futebol da Primeira Liga e daTaça da Liga.
Isto a meu ver é uma falsa questão, e se se os responsáveis máximos do futebol a nível mundial, europeu e nacional, há muito teriam tomado verdadeiras decisões no sentido de apurar a procura por essa mesma “verdade desportiva”. Mas não, limitam-se a falar, a fomentar climas de suspeição, mas as medidas concretas são quase nulas.
O futebol, ao contrário de outros desportos de nívelmundial, ainda se encontra na idade medieval, em termos de arbitragem. O desporto evoluiu, tornou-se mais rápido e apurado, os jogadores (alguns) mais faltosos, e alguns têm uma tendência nítida para o “ilusionismo”. A arbitragem no futebol não acompanhou estas mudanças, e está claramente desajustada da realidade. O único investimento feito nos últimos anos, ficou por uns meros auriculares, e porumas “bandeirinhas” electrónicas….
Desportos como o basquetebol, ténis ou até mesmo o rugby, do ponto de vista da arbitragem são muito mais apurados. Mas porque não se aplicam os mesmos princípios ao futebol? Por exemplo, no rugby, se o arbitro tem dúvidas, interrompe o jogo, e são visionadas imagens televisivas, que permitem tomar a decisão correcta… e no futebol isto não serve? Não serve, ou nãointeressa?
Ou seja, será que o futebol vai perder o interesse, por deixarmos de ter as “tricas e mexericos” e as discussões sobre se foi falta ou não, ou se era pénalti ou não, se deveria ter sido expulso, se estava ou não fora-de-jogo, ou se a bola passou ou não a linha de golo. Parece-me que não… e ganha-se em “verdade desportiva”.
A tecnologia pode desempenhar aqui um papel muito importante,e não acredito, que o futebol que movimenta milhares de milhões de euros, não possa investir em nova tecnologia que permita melhorar a qualidade das arbitragens dos jogos de futebol? Algumas sugestões não são novidade, e já muitos as apontaram antes de mim, mas não é demais relembrar:
* Mais do que um árbitro principal, para além dos bandeirinhas, para que possam haver pelo menos três juízesa acompanhar as jogadas de uma equipa (3 árbitros em simultâneo, em cada meio-campo);
* Recurso a imagens televisivas para poder resolver situações dúbias;
* Sensores na bola e nas balizas para determinar se uma bola entrou ou não na baliza;
* Esta é um pouco mais complicada de implementar, mas poder-se-ia pensar em colocar sensores no equipamento dos jogadores, e no campo, de forma adeterminar de forma automática se os jogadores se encontram ou não fora-de-jogo.
Mas mais haveria…
Mas existe um reverso da medalha… e os jornais? As televisões? Deixaria de haver toda aquela polémica que faz vender jornais e subir audiências. E teriam os maiores clubes interesse em medidas como estas? Enfim, a questão não é nada pacífica.

http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/2833Título:  | Inovação, política e tecnologias do desporto |
Resumo:  | A inovação é hoje um factor chave a competividade do sector do desporto, que incide não apenas sobre os processos desportivos, mas tambem sobre os produtos e os serviços do desporto, não só sobre a tecnologia utilizada em contextos desportivos, mas também sobre as organizações e a gestão de desporto. Para vencer o atrasoestrutural no sector do desporto, para conseguir um salto qualitativo, os agentes responsáveis pelo sector têm de perceber que os factores de competividade a priviligiar são cada vez mais dos tipos estruturais e imateriais. A agenda para a inovação em Portugal foi materializada no programa integrado de apoio à inovação, que visa proceder a uma afinação estratégica de desenvolvimento e das prioridades...
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