Ética para um jovem

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1. Identificação do Livro

1.1. Título - Ética para um jovem (Titulo original: Ética para Amador)

1.2. Autor(a) - Fernando Savater

1.3. Editora - Dom Quixote

1.4. Data da 1ª Edição - Abril de 2005

2. Escolha do livro

2.1. Motivos que levaram à escolha do livro:
Após muito tempo à procura do livro ideal para ler, e de muito ouvir falar sobre este livro resolvi ler parte do mesmopara ver se me interessava. O seu carácter filosófico bem como a sua escrita simples, jovem e descontraída foram as duas principais razões que me levaram a escolher este livro.

3. Contextualização do Autor

3.1. Alguns dados biográficos
De nome Fernando Fernandez-Savater Martin, nasceu a 21 de Junho de 1947 em São Sebastião,Espanha. Filósofo e Catedrático de Ética na Universidade do PaísBasco é tambem escritor. Tem tido um papel notável na literatura espanhola, quer no campo da filosofia bem como na escrita de artigos de intervençao da vida social e cultural, e na escrita de obras narrativas e teatrais.

3.2. Outras Obras do(a) Autor(a)
Em português temos obras como:
As perguntas da vida.
O meu dicionário filosófico.
A coragem de escolher.
Os dez mandamentos no seculoXXI.

Entre traduções e obras originais tem cercade 50 obras publicadas.

4. Conteúdo do Livro

4.1. Género Literário
Filosófico
4.2. Assunto (breve síntese)
Este livro fala sobre uma das áreas mais importantes da filosofia, a ética (área da filosofia que se ocupa de o que é bom para um individuo, como deve agir..) durante todo o livro Fernando Savatar transmite-nos valores essenciais paraa nossa vida que facilmente "absorvemos" durante a leitura, sem sequer darmos conta de tal acontecer. Entre os valores transmitidos há a destacar as "definições(definições estas filosóficas)" de liberdade, justiça, politica, respeito, empatia, simpatia. Este é um excelente livro para pensar aceca das atitudes de cada um.
4.3. Citações favoritas (se necessário, explicadas no contexto)
"Compreendoque a paciência dos filhos também tem limites. Além disso, não quero que me aconteça o mesmo que a um meu amigo galego, que um dia tinha ido contemplar pacificamente o mar com o seu catraio de cinco anos. O miúdo disse-lhe em tom sonhador: «Paizinho, gostava que a mamã, tu e eu fôssemos dar um passeio de barco, pelo mar.» O meu sentimental amigo sentiu um nó na garganta, mesmo acima do dagravata: «Claro, meu filho,vamos quando quiseres!» «E quando estivermos lá muito longe», continuou a fantasiar a meiga criaturinha, «atiro-vos aos dois à água para se afogarem." (Peço desculpa pela extensão da citação mas considero-a "a citação essencial do livro". Demonstra a compreensão de Savater para com os jovens bem como a linguagem simples que usa durante todo o livro,)
"Quando alguém seesforçar por te negar nós os seres humanos, somos livres, aconselho-te a que lhe apliques a prova do filósofo romano. Na Antiguidade, um filósofo romano estava a discutir com um amigo que negava a liberdade humana e garantia que, para todos os homens, não há maneira de evitar fazer o que fazem. O filósofo pegou no seu bastão e começou a dar-lhe pauladas com toda a força que tinha. «Já chega, não batasmais!», dizia-lhe o outro. E o filósofo, sem deixar de surrá-lo, continuou a argumentar: « Não dizes que não sou livre e que quando faço uma coisa não posso evitar fazê-la? Pois então não gastes saliva a pedir-me que pare: sou automático.»"
"Qualquer lei escrita não é mais do que uma abreviatura, uma simplificação - com frequência imperfeita - daquilo que o teu semelhante pode esperar concretamentede ti, e não do Estado ou dos seus juízes."
"Devemos recusar as ditaduras, sobretudo as que são «para nosso bem» (ou querem «o bem comum», o que vem dar ao mesmo). " "Nos sistemas políticos em que os indivíduos nunca são completamente «responsáveis», tão-pouco costumam sê-lo os governantes, que agem sempre impelidos pelas «necessidades» históricas ou pelos imperativos da «razão de Estado»"...
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