Ética nas empresas

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As questões sobre a ética nas empresas - Estudo de Maurício França Fabião



Max Weber;



Habermas;
Fernando Tenório; Antônio Carlos Martinelli; Ashley; Anthony Giddens ; Nestor Garcia Canclini; Manuel Castells















Ética é a parte da filosofia dedicada aos

estudos dos valores morais e princípios ideais do comportamento humano.



Éticaempresarial pode ser entendida

como o valor da organização que assegura a sua sobrevivência, reputação e consequentemente os bons resultados. É o

comportamento da empresa quando esta age
de acordo com os princípios morais e as regras do “bem agir” aceites pela sociedade.

Confiança Respeito Responsabilidade Justiça Cuidado Cidadania



Ao mesmo tempo que as empresas apoiam ações sociaisem comunidades locais, elas

próprias são comunidades de pessoas que,
devido aos seus cargos, pensam de forma estratégica. Como uma conduta ética rende maiores dividendos, optam por desenvolver ações sociais com mais profissionalismo nos locais onde estão inseridas. As empresas criam assim, uma imagem de responsabilidade e credibilidade, perante os os seus clientes, parceiros e a própriasociedade em geral.







O novo estilo burguês no final do século XIX em relação ao estilo burguês tradicional

considerou que:


“Juntamente com a clareza de visão e a habilidade no agir, através de qualidades

éticas muito definidas e altamente
desenvolvidas, foi possível angariar a confiança absolutamente indispensável de seus fregueses e trabalhadores.”

© Oprotestantismo trouxe a ideia de que as

habilidades humanas (música, comércio, etc.)
deveriam ser percebidas como dádiva divina e por isso incentivadas.

© “A peculiaridade desta filosofia da avareza

parece ser o ideal de um homem honesto, digno, de crédito reconhecido e valorizava o dever do aumento das posses como um objetivo em si mesmo.”

© “Qualquer recompensa advinda do trabalho,

é o dom dagraça de Deus.”

© Assim, a racionalização do mundo, expressa

na constituição desse novo ethos burguês

exige um novo tipo de comportamento dos
homens, pois a motivação do burguês do novo tipo imprime um ritmo acelerado na produção e estipula novos padrões de

concorrência.



A “racionalização” do mundo, apontada

por Weber, pode ser entendida como
uma forma de dominaçãosocial.



Para dar uma nova formulação ao que Max Weber chamou de “racionalização”, propõe-se o seguinte quadro categorial:



Partindo da distinção fundamental entre Trabalho ou Agir racional-com-respeito-afins e Interação.


• • • •

Composto por:
Agir instrumental; Agir racional ;

Agir estratégico;
Agir comunicativo;

©

O Agir instrumental: rege-se por regras

técnicasbaseadas no saber empírico.

©

O Agir racional: a ação é estritamente

racional. Toma-se um fim e este é, então,
racionalmente buscado. Há a escolha dos melhores meios para se realizar um fim;

©

O Agir estratégico consiste em influenciar

as decisões ou comportamentos do outro, de forma que, inconscientemente contribua para os fins que pretende o primeiro. © No Agir comunicativopara atingir o fim

desejado é pela via do discurso, da igualdade
e do entendimento.

©

Para Habermas, a ação do novo burguês é do

tipo estratégico, pois utiliza os outros como meios para se atingir o seus fins.



O autor baseia-se na teoria de Habermas para analisar a relação trabalho-capital,

considerando a cidadania como
protagonista desta relação.



Segundo ele, “aintenção de Habermas é mostrar os problemas gerados pela racionalização da sociedade, por meio do conceito de ação social.”

© O conceito de ação social baseia-se numa

tipologia que considera que numa“ação
estratégica” os atores se relacionam uns com os outros, vendo-os como meios para

atingir os seus fins.

© Na “ação comunicativa”, a ação social

mais importante é aquela em que...
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